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BAIÃO CANAL | Jornal N.º 16 - Setembro 2021

BAIÃO CANAL | Jornal N.º 16 - Setembro 2021

PSD | Nota de imprensa

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Não será motivo de surpresa para o povo baionense que o PSD Baião, assim com a Coligação Com Determinação Por Baião têm vindo a debater-se com a falta de ética que tem sido demonstrada pelo partido socialista na escolha dos cidadãos constituintes da sua tão famosa Comissão de Honra e Apoiantes.

Já denunciamos inúmeras situações de pessoas que prestam publicamente o seu apoio à Candidatura do Sr. Dr. Paulo Pereira, tendo por base algum condicionalismo, promessa, favor político ou qualquer outra contrapartida de índole diversa. Sempre nos posicionamos, publicamente, contra esta espécie de manipulação política, repudiando veemente a atitude e a intensão de quem assim procede.

Deste modo, porque nos regemos sempre pela prática de uma política transparente,não podíamos deixar de vir denunciar um outro caso, talvez o mais gravoso. Falamos, agora, da declaração de apoio emitida pela Sra. Delegada de Saúde Concelhia, Dra. Gabriela Saldanha.

Como é de conhecimento público, um cargo de Coordenação de Saúde Pública, como é aquele que ocupa a Sra. Dra. Gabriela Saldanha, implica o exercício da sua nobre atividade de tutela da saúde pública, de forma imparcial, pautando-se pela manutenção da sua isenção, por razões que, sendo óbvias, se prendem essencialmente pelo direito de acesso a cuidados de saúde que todos devemos ter nos mesmos moldes, independentemente da nossa posição política.

Sabemos de antemão que, nas Eleições Autárquicas do próximo dia 26 de setembro, caberá à Dra. Gabriela Saldanha a função de subscrição dos atestados comprovativos de impossibilidade de praticar os atos de votação, para aqueles que, por padecerem de doença de carácter físico ou psicológico, não consigam, por si mesmos, exercer o voto.

Deste feito, a defesa de quaisquer cores políticas ou partidárias coloca em causa a clareza e transparência de todo um sistema eleitoral. Uma vez mais, não podíamos assistir passivamente à situação descrita, vendo-nos obrigados a expô-la e a condená-la. 

A falta de ética e de decoro na política, a que o partido socialista nos tem vindo a habituar, não passará em branco.

 

A Presidente do PSD Baião

Ana Raquel Azevedo

Município de Baião | Nota de imprensa

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Recicle o vidro que não precisa e proteja o ambiente

 

Os meses de setembro e outubro, quando ocorrem as vindimas, são aqueles em que existe maior acumulação de resíduos de vidro no concelho de Baião.

As famílias fazem limpezas nas suas adegas, colocando no lixo muitas toneladas de garrafas e garrafões de vidro. Em 2020 foram recolhidas no concelho de Baião, no serviço de recolha seletiva, 65 toneladas de vidro só nos meses de setembro e outubro, no entanto, muito vidro foi colocado junto com os resíduos indiferenciados e acabou em aterro sanitário.

Nesse sentido, a Câmara Municipal de Baião apela aos cidadãos para que coloquem os resíduos de vidro no ecoponto. A colaboração dos Baionenses, separando a embalagem de vidro depois de usada e introduzindo-a no ecoponto, é fundamental porque permite a reciclagem. Quando o vidro é aproveitado, não é enviado para aterro e, portanto, não se transforma em lixo.

RECOLHA DE GRANDES QUANTIDADES DE VIDRO

Em caso de acumulação de quantidades de vidro (garrafas e garrafões), com volume superior a 1m3, os cidadãos podem contactar a Câmara Municipal de Baião para verificar a possibilidade de ser efetuada umas recolha porta-a-porta.

Para esse efeito devem usar o número 255 540 500 ou o email geral@cm-baiao.pt

 

 

BAIÃO | AUTÁRQUICAS 2021 | Programas Eleitorais - PSD/CDS

O Baião Canal | Jornal  quer contribuir para uma opinião pública informada e interveniente. Valoriza a controvérsia e a discussão franca e descomplexada. Nesse sentido, convidamos todas as forças políticas locais a apresentar os respetivos Programas Eleitorais, sendo por isso que a informação que se segue é da exclusiva responsabilidade dos intervenientes:

PROGRAMA ELEITORAL DA COLIGAÇÃO PSD/CDS: Baixar aqui

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REDES SOCIAIS: Com Determinação por Baião

HINO DE CAMPANHA

A campanha que a coligação PSD/CDS Com Determinação por Baião tem feito junto da população tem sido extremamente positiva. A reação das pessoas é muito boa. Há uma vontade muito grande de mudar e um descontentamento muito grande com o atual executivo. A população olha para a nossa coligação como a melhor e mais acertada opção.

Estivemos com os baionenses com uma forma diferente de estar e de fazer política, com ideias novas, com novos métodos e novas formas de abordar. Quisemos deixar as pessoas e as instituições livres para participar na vida pública, sem que sejam sujeitas a qualquer tipo de pressão ou promessa que as pudesse condicionar.

Quisemos, deste modo, implementar na campanha ações que achamos muito importantes para a transparência da política e para o respeito pela liberdade das pessoas. Não importunamos ninguém dentro das suas casas. Fizemos visitas a todas as freguesias e a todos os lugares possíveis, mas invadimos a privacidade das pessoas. Falamos com todos os que nos procuraram e quiseram dar opiniões e sugestões sem nunca nos intrometemos, entrando pela sua casa dentro.

 Não há democracia sem garantia de liberdade em todos os campos.

“AS PESSOAS SÃO O PATRIMÓNIO MAIS RICO DA VIDA! DIA 26, VÁ VOTAR! NÃO DEIXE QUE OS OUTROS DECIDAM O SEU FUTURO, POR SI. CUMPRA O SEU DEVER CÍVICO E FAÇA PARTE DAS DECISÕES QUE AFETAM A SUA VIDA”, apela Paulo Portela, o candidato da Coligação Com Determinação por Baião.

“Acolhemos as mulheres e os homens bons desta terra, preparados para levar Baião para outro patamar. Com o Paulo Portela teremos, finalmente, um presidente do terreno que vai agir em vez de reagir, com a Cláudia Madureira vamos ter a primeira mulher a liderar a Assembleia Municipal, atenta, objetiva e consensual. Em cada freguesia, temos as pessoas mais preparadas para lutar pela sua terra. Não podemos continuar à espera dos anúncios socialistas do “Agora é que é”, porque passados 16 anos de governação socialista, continuamos na mesma e até piores em alguns aspetos. Por isso, no dia 26 de setembro, a coligação “COM DETERMINAÇÃO POR BAIÃO” é a única opção credível para inverter o rumo do nosso concelho. Contamos com todos para que possam sempre contar connosco. Vota COM DETERMINAÇÃO POR BAIÃO!” Ana Raquel Azevedo, presidente da Comissão Política Concelhia do PSD Baião

“O Paulo Portela tem o mérito de ter reunido à sua volta uma equipa de gente nova, dinâmica e capaz de, de forma desinteressada, dar o seu melhor por Baião. Estamos próximos do encerrar de um ciclo e do início de um outro, com novos protagonistas, numa alternância democrática que só beneficia Baião e os Baionenses. Apelo, por isso, a todos, para que comparem os projetos, analisem as ideias de todas as candidaturas e, assim, estou certo que a candidatura de que orgulhosamente sou Mandatário obterá uma grande vitória no próximo dia 26 de setembro”, diz Nuno Sá Costa, mandatário da candidatura da coligação Com Determinação por Baião. 

 

NOTA EDITORIAL

O Baião Canal | Jornal  não perfilha qualquer programa político mas tem um olhar sobre Baião, o país e o mundo.

O Baião Canal | Jornal procura a verdade e subordina-se aos factos. Nunca nos deixaremos condicionar por interesses partidários e económicos ou por qualquer lógica de grupo. Somos responsáveis apenas perante os nossos leitores.

O Baião Canal | Jornal coloca a liberdade no centro das suas preocupações e defende uma sociedade aberta, com instituições respeitadoras da lei e dos direitos individuais. Acreditamos que o desenvolvimento harmonioso tem de ser inclusivo e não deixar ninguém para trás.

BAIÃO | AUTÁRQUICAS 2021 | Programas Eleitorais - CDU (PCP/PEV)

O Baião Canal | Jornal  quer contribuir para uma opinião pública informada e interveniente. Valoriza a controvérsia e a discussão franca e descomplexada. Nesse sentido, convidamos todas as forças politicas locais a apresentar os respetivos Programas Eleitorais, sendo por isso que a informação que se segue é da exclusiva responsabilidade dos intervenientes:

PROGRAMA ELEITORAL DA CDU (PCP/PEV): Baixar aqui

MOMENTOS DA CAMPANHA ELEITORAL: Baixar aqui

Pode ser uma imagem de 2 pessoas, incluindo Manuel Abreu Vilas Boas e texto que diz "Manuel Vilas Boas Candidato Presidência da Câmara de Baião Nuno Gomes Candidato Assembleia Municipal de Baião"

Pode ser uma imagem de texto que diz "CDU DEMOCRÁTICA UNITÁRIA FUTURO DE CONFIANÇA trabalho honestidade competência PCP-PEV CDU.PT 000"

Pode ser uma imagem de 3 pessoas, incluindo Manuel Abreu Vilas Boas, pessoas em pé e ao ar livre

Jerónimo fecha campanha a avisar que PS pode ″andar para trás″

                                  Autárquicas 2021 Programa Eleitoral CDU para Baião

Uma vez mais a CDU assume concorrer às Eleições Autárquicas no Concelho de Baião, na convicção do seu papel interventivo indispensável para assegurar as condições de um adequado desenvolvimento da autarquia baionense e para garantir também uma vida melhor à sua população.

Nesse sentido, torna-se importante o reforço da expressão eleitoral da CDU, de forma a poder integrar a sua representação na Câmara Municipal, Assembleia Municipal e Freguesias, assim contribuindo para uma melhor solução dos problemas existentes que não foram resolvidos pelo PS e PSD, as forças partidárias a gerir desde sempre os destinos do nosso Concelho, as quais se confrontam no discurso, mas convergem invariavelmente na prática.

Os Baionenses podem contar com a CDU para defender os seus legítimos direitos e interesses, na linha política de trabalho sobejamente conhecida, que considera o Poder Local como conquista de Revolução de Abril e um dos pilares democráticos da nossa vida colectiva.

Com as nossas ideias e projectos ajudaremos na tão necessária transformação de Baião num Concelho com mais qualidade de vida, mais emprego com direitos, mais desenvolvimento económico e onde todos os baionenses possam ser ouvidos e envolvidos nos destinos da sua própria terra.

Destacamos a seguir algumas das áreas que nos suscitam especial atenção:

  - Abastecimento de água ao domicílio e saneamento básico para todos e não só para alguns, lutando para que as redes respectivas voltem à gestão pública da Autarquia com preço justo para todos

  - Reivindicar junto da ARSNorte o alargamento do horário de serviço de radiologia do Centro de Saúde, proporcionando-lhe também globalmente mais meios humanos

  - Fazer regressar aos Agrupamentos Escolares do Concelho a confecção, distribuição e gestão das refeições escolares, para melhorar a qualidade das mesmas

  - Criar as condições para que as crianças em idade pré-escolar que frequentam infantários, possam dormir a sesta, como é medicamente aconselhável 

  - Promover melhores políticas de habitação com preços controlados e acessíveis a todos

  - Promover a criação de um passe social sénior para os baionenses maiores de 65 anos poderem utilizar os transportes públicos gratuitamente dentro do Concelho

  - Melhorar a prestação global dos Transportes Públicos

  - Continuar a reivindicação da electrificação e via dupla ferroviária que atravessa o Concelho

  - Reivindicar a iluminação pública ligada toda a noite em todas as Freguesias para maior segurança

  - Continuamos a propor a criação de uma unidade móvel da GNR em Santa Marinha e o melhoramento das condições humanas e materiais do quartel em Campelo

  - Incentivar o apoio às Micro, Pequenas e Médias Empresas de comércio e indústria

  - Promover melhores políticas florestais com melhor ordenamento florestal, incentivo à plantação de árvores autóctones e acabar com a disseminação desregrada do eucalipto

  - Promover a criação de Centros de Recria da Raça Bovina Arouquesa

  - Incentivar mais as políticas, culturais e desportivas

  - Continuar a luta pela reposição das freguesias extintas na reforma administrativa de 2013 promovida pelo governo PSD/CDS

Baião precisa da CDU como força política alternativa às existentes, para construir um futuro melhor para o Concelho e com a certeza de que o nosso trabalho reverterá seguramente em benefício para todos os Baionenses.

 

NOTA EDITORIAL

O Baião Canal | Jornal  não perfilha qualquer programa político mas tem um olhar sobre Baião, o país e o mundo.

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BAIÃO | AUTÁRQUICAS 2021 | Programas Eleitorais - PS

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PROGRAMA ELEITORAL DO PARTIDO SOCIALISTA: Baixar aqui

 

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REDES SOCIAIS: Com Determinação por Baião

HINO DE CAMPANHA

 

MUITA CONFIANÇA NO FUTURO

O balanço da pré-campanha do Partido Socialista em Baião é extremamente positivo.

Como é habitual, realizamos sessões em todas as freguesias para a apresentação dos candidatos.

Cumprimos as diretrizes estabelecidas pela Direção Geral da Saúde para que as sessões pudessem decorrer de forma organizada e segura.

Foram mais de duas dezenas de sessões de esclarecimento dos Baionenses, incluindo momentos para apresentação dos candidatos à Câmara Municipal, à Assembleia, de divulgação do programa eleitoral e uma grande sessão que juntou todos os nossos candidatos e os membros da Comissão de Honra.

Sentimos uma grande mobilização da nossa população, muito apoio aos nossos candidatos e adesão às nossas propostas políticas.

 

PORTA A PORTA

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Tal como em eleições anteriores, e como sempre afirmamos que faríamos, também nesta eleição, realizamos o porta-a-porta, percorrendo as freguesias com os nossos candidatos locais.

O porta-a-porta é uma experiência única, feita de momentos inesquecíveis e muito enriquecedora.

Permite falar sobre as nossas políticas e projetos para Baião, aprofundar o conhecimento sobre os anseios das nossas gentes, e também ouvir críticas e sugestões que tenham a fazer.

É, também, uma atitude de humildade, de proximidade, de atenção, e de respeito pelos Baionenses.

 

POLÍTICA DE PROXIMIDADE

Percebemos que hoje em dia existem novas formas de apresentar as ideias às pessoas. Nomeadamente as redes sociais e as plataformas digitais. São válidas, mas no nosso entendimento nada substitui o contacto presencial e direto com as pessoas.

Olhar olhos nos olhos e dialogar com as pessoas. Ouvir as suas observações e comentários é a melhor forma de definir e criar políticas públicas adequadas às necessidades das pessoas, maduras e passíveis de serem concretizadas.

Apresentamos os nossos compromissos aos Baionenses com uma palavra de confiança, e de cara levantada e com uma grande confiança no futuro.

 

CONFIANÇA NUM EXCELENTE RESULTADO

No seguimento dos comícios que realizamos, mas também do contacto “porta a porta”, temos expetativas num excelente resultado nestas eleições.

Isto é resultado em primeiro lugar da governação dedicada, responsável e responsável que foi desenvolvida nos últimos quatro anos, tanto na Câmara Municipal como nas Freguesias.

Mas também do modo dedicado e sério como nos temos apresentado aos Baionenses nesta campanha.

Estamos convictos de que podemos vencer as eleições em todas as Juntas de Freguesia do concelho. Entendemos que é possível reforçar a votação para os órgãos municipais, inclusivamente alcançar a eleição do 6º vereador na Câmara Municipal.

Ainda temos “caminho para percorrer” até às eleições, mas sentimos que no dia 26 de setembro mereceremos a confiança dos Baionenses para darmos seguimento ao ambicioso projeto que temos para a nossa terra.

 

PROGRAMA ELEITORAL

 Apresentamos um programa eleitoral que tem 171 medidas distribuídas por 9 eixos.

Pode ser consultado aqui: https://issuu.com/futurodebaiao/docs/compromissos_ps_bai_o

-  Saúde, Apoio sénior, Empreendedorismo e Inovação Social;

-  Economia e Investimento;

-  Recursos do Território, Florestas e Biodiversidade;

-  Ambiente Urbano e Mobilidade;

-  Património e Cultura;

-  Educação, Juventude e Desporto;

-  Bem-estar animal;

- Democracia mais participativa, relação com Associativismo e Agentes Locais de Desenvolvimento;

- Modernização Administrativa e Desburocratização

 

NOTA EDITORIAL

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BAIÃO | AUTÁRQUICAS 2021 | Programas Eleitorais - CHEGA

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PROGRAMA ELEITORAL DO CHEGA: Baixar aqui

Pode ser uma imagem de 1 pessoa e texto que diz "POLITE CHEGA いこ AUTÁRQUICAS 2021 CHEGA 'PRECISO MAIS MELHOR Transparência Honestidade Compromisso Raul Melo Candidato a Presidente da Câmara Municipal de Baião"

 


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O CHEGA é um partido relativamente recente, com cerca de dois anos e meio de existência.

Nas eleições legislativas de 2019 elegeu André Ventura – presidente e fundador do partido – como deputado à Assembleia da República.

Num concelho tradicionalmente socialista e social democrata era visível o constrangimento e as adversidades que teria de enfrentar durante a Campanha eleitoral. Mas foi perante a incapacidade dos partidos da oposição em lidar com o progresso e as exigências económico-financeiras e sociais de Baião, que surgiu esta vontade de mudança e atualmente, são já muitos os militantes inscritos e centenas de apoiantes/simpatizantes que fazem questão em acompanhar o percurso do partido e em esclarecer mais os Baionenses em relação ao mesmo e às ideias para a autarquia e o Munícipio.

Destaca-se a abertura das pessoas que se aproximaram para saber mais sobre o partido, a candidatura e os candidatos.

Rejeita-se desde logo a conotação de extremistas, tendo os candidatos ido muitas vezes para ações de rua e redes sociais dizer às pessoas que não eram racistas nem xenófobos, nem se reveem nessas atitudes.

Assim, o trabalho nesta pré-campanha foi dar às pessoas uma imagem de confiança sobre quem deve representar a autarquia e dar a saber determinados procedimentos que são fundamentais no nosso Concelho.

O candidato do Chega, Raul Melo, promete devolver o concelho aos Baionenses, preservar o património e lutar contra a corrupção e compadrio. A principal preocupação será dar voz à população e reformular a estratégia do atual executivo camarário. Baião reúne as melhores condições geográficas para que seja um concelho de referência, com uma boa gestão direcionada para os Baionenses.

O CHEGA BAIÃO, defende, entre outras propostas que constam do Programa Autárquico, a realização imediata de uma auditoria às contas do Município, a criação de uma comissão de transparência, o melhoramento e eficiência da rede urbana de transportes, o investimentos nas diversas modalidades desportivas, o apoio aos jovens e idosos e a diversificação da economia regional, com apostas na Agricultura e no Turismo.

E é assim, na defesa do país real, e em concreto de um um concelho real, que o Chega trabalha, todos os dias, com muito empenho e dedicação!

 

 

NOTA EDITORIAL

O Baião Canal | Jornal  não perfilha qualquer programa político mas tem um olhar sobre Baião, o país e o mundo.

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Natércia Teixeira | Momentos…

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...A sensação de retornar ao meu mundo era contraditória.

Sentia a paz que transmite o que é familiar.

O conforto de estar no meu covil, desfrutar da minha solidão e do silêncio…ao mesmo tempo, angustiava-me aquela quietude que sempre antecede as tempestades e eu pressentia que uma, me rondava.

Entre pensamentos e intuições, no meu íntimo, tinha decidido não tomar a iniciativa de te procurar.

Este tempo e distancia que me impunhas teria de ser respeitado, por integridade, por convicção que há momentos em que a inação é a única atitude a ser tomada.

Mordiam-me as saudades e atormentava-me a incerteza sobre o teu bem-estar.

Indecisões sempre me exasperaram e a intranquilidade emocional provoca-me uma quietude física incoerente, que confunde quem não me conhece...e tu conhecias pouco esse meu lado.

Pousei os olhos na orquídea azul que tinha colocado numa jarra e o meu pensamento fixou-se no desejo de te ver.

Desconheço se tive o dom de to comunicar telepaticamente, mas passados uns segundos ouvi o sinal de mensagem no telemóvel e sabia seres tu.

Perguntavas se tinha chegado bem.

Aquela pergunta, gentil e simpática, que me devia apaziguar, enfureceu-me interiormente… por me saber a pouco para o que esperava de ti.

Era temperamental, exagerada nos sentimentos e reações, emocional dos pés à cabeça e sentia tudo com uma intensidade incomum, quando em causa estava alguém por quem nutria sentimentos e tinha-os por ti.

Eras, uma das raras pessoas a quem tinha dado o poder e permissão para entrar no meu mundo...sentir-me defraudada nessa confiança era arrancar-me um pedaço da alma, uma ferida aberta nas entranhas do meu ser.

Respondi sucintamente que sim… que tinha chegado bem.

Quando sinto a alma dilacerada, sou lacónica nas respostas para esconder a vulnerabilidade em que me encontro.

Novo sinal de mensagem:

" Tenho de te ver, precisamos falar..."

Estava a terminar de ler e o telemóvel a tocar. A pulsação acelerou.

Para minha admiração não tinhas regressado a Lisboa, estavas na tua casa da montanha e querias que fosse ter contigo.

O coração num impulso respondeu um sim imediato, a mente colocou-me na boca um "Não" que irrompeu firme, decidido e ficou a pairar entre nós.

Senti um calafrio naqueles breves instantes de silêncio…de silencio e de medo... um medo irracional de ter agido precipitadamente e ter deitado tudo a perder.

Numa voz calma e ponderada, perguntaste-me qual era então a minha sugestão.

A resposta saiu tão rápida como se tivesse sido pensada:

 "Vens tu até aqui, hoje recebo-te eu!"

Pareceste ficar entusiasmado com a ideia e disseste estar por cá pelo fim da tarde.

Depois de desligar a chamada, senti ter recebido uma injeção de adrenalina.

Saltei do sofá, a minha mente percorria à velocidade da luz tudo o que precisava arranjar para te receber.

O tempo, já escasso deixava-me ansiosa...queria que tudo estivesse perfeito.

Em catadupa veio-me à lembrança uma extensa lista de coisas que te poderiam desagradar naquele cenário:

O Eros...como lidarias com ele dentro de casa, no sofá da sala, quase à mesa das refeições... na minha cama? iria incomodar-te?

Estaria tudo a teu gosto? acharias tanto artefacto esotérico um exagero? teria livros a menos? o que iria fazer para o jantar? E a máquina da louça estava avariada!

Dei comigo sem folego...respirei fundo, tentei acalmar-me e raciocinar.

"Laura...minha querida…" Terias dito.

“…não deixes que as tuas inseguranças arruínem os teus sonhos!”

Senti-me a ser parva!

Aquele era o meu mundo, ali passava grande parte do meu tempo rodeada de objetos que escolhi e que tinham significado para mim.

As paredes eram das cores com que me sentia confortável, o pó que os móveis podiam ter, era o reflexo da minha maneira descontraída de ali viver…mostrar ser o quenão era, seria inglório.

Naquele momento desejei genuinamente que te sentisses confortável no meu mundo.

Dei uma olhadela geral pela casa...arrumei umas coisas que estavam fora do sítio e concentrei-me em fazer a cama e mudar as toalhas da casa de banho.

Com o que tinha no frigorifico conseguia arranjar uma refeição ligeira...faltava-me um vinho e alguma coisa para sobremesa.

Passava das cinco da tarde...imaginava que pelas sete e meia, oito horas, estarias por aqui.

Decidi ir comprar o que me faltava, numa pequena mercearia de bairro do outro lado da rua, para não perder tempo.

Comprei um vinho da região e um bolo gelado.

Mentalmente elaborei a ementa:

Bifinhos de frango grelhados com limão e pimenta rosa, acompanhados de salada de alface, abacaxi, manga e maracujá.

Parecia-me simples, mas elegante.

O vinho rosé bem fresco, casava bem com o prato.

Tinha ainda tempo de me refrescar e mudar de roupa...nada sofisticado, queria que conhecesses a Laura que também gosta de andar de calções de ganga e sapatilhas.

Preparei a mesa para o nosso jantar, decorei-a com a orquídea que me tinhas oferecido, abri a porta que dava para a varanda, deixava entrar o ar fresco da noite e assim podíamos apreciar aquele recanto verde onde estavam os meus vasos e a cama de rede de onde costumava admirar as estrelas nas noites de Verão.

Liguei, como sempre faço, todos os televisores da casa num canal de música e fui para a cozinha tratar dos preparativos para o jantar.

Eram sete e meia quando me ligaste, estavas a chegar e precisavas saber a localização exata da minha casa…expliquei o percurso e dei-te as indicações.

Em menos de nada vi-te chegar e estacionar em frente à minha casa.

Chegavam também aquelas borboletas que teimavam em aparecer contigo.

Acenei-te ...sorriste-me e senti o meu mundo tornar-se perfeito.

Desci as escadas para te receber

Olhamo-nos nos olhos e sorrimos numa cumplicidade selada por um abraço em que os nossos corações acertaram o ritmo, como se fossem um só.

Um raro momento em que sentimentos, convergem…um daqueles momentos que permanecerá impresso na memoria da alma.

 

 

In, Grãos de Pimenta Rosa

Natércia Teixeira

Mais uma vez roubado ao Francisco Chico da Emilinha

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E NUM TIRO ! ! !

Certa vez um miúdo resmungava com o Pai, que meu Amigo era, e é, queria um chocolate, como o Pai lhe dizia que não o catraio atira-lhe com um VOU CHORAR, respondendo o PAI, OK então CHORA !
O Chavalo que era fresco, ainda é felizmente, afinou, bateu com um pé no chão e atira . – E NUM CHORO ! ! !
Lembrei-me do episódio e já lá vão uns anos, pelo que me aconteceu no “parque de estacionamento” das maleitas, no velhinho ( mais sou eu ) Hospital de Gaia.
Tinha uma entrevista marcada e à hora lá vou falar com o SE DÓTOR, que me diz:
- Sais, viras à direita ( nunca esperei o semelhante, fiquei logo agoniado ) e esperas que te chamem junto da segunda porta.
Não demorou muito lá me chamam, dizendo-me o enfermeiro:
- Pode-se sentar na MARQUESA ( Não… Não era a que batia com elas em cima da mesa )
Perguntei-lhe logo se me podia deitar, visto ter como lema---- Nunca estar de pé, se puder estar sentado, nem sentado se puder estar deitado - - - ao que ele disse que sim, esteja à vontade.
Nisto entra o SE DOTOR e todo lampeiro e a matar manda:
- ORA VAMOS LÁ A ISSO ! ! !
Aqui o enfermeiro, que estava a preparar o que não sei eu, diz para mim:
- TIRE AS CALÇAS, SE FAZ O FAVOR ! Teve como resposta:
- E NUM TIRO ! ! !
O rapaz continuava de costas a tratar do que me era destinado e insiste:
- TIRE LÁ AS CALÇAS ! !
Respondi na mesma:
- E NUM TIRO ! !
Ficou logo por ali a cena, pois o SE DOTOR logo percebeu, dizendo com um sorriso:
- O homem está de CALÇÕES ! ! !
OK PRONTOS eu tiro os CALÇÕES, dizendo o SE DÓTOR:
- Não precisa de tirar as cuecas ! !
Aqui ri-me eu, pois como os Calções eram umas calças de ganga que cortei, I(ficou uma perna maior do que a outra, mas não há crise, pois tenho umas pernas LINDAS e ninguém nota) já há uns tempos, foram mais uns tempos atrás em com as de ganga não andava de ECAS, mas andava com o cu e continuo a andar.
VIRE-SE PARA LÁ E FIQUE DE LADO - diz o MAIOR
Aqui a coisa não me agradou lá muito, pois estavam já dois gajos atrás de mim e eu nem os via, de hoje em dia todo o cuidado é pouco , num me pus a adivinhar como a senhora do Napoleão, até porque por ali não havia sabonetes, nem eu me estava a abaixar, mas que carago, para não dizer caralho, pois há quem borre a pintura toda ao querer dizer uma coisa e disfarce muito mal dizendo outra que quer dizer o mesmo, que não queria dizer mas disse, he he .
Senti uma picadela de ladeiro, um estremecer, por o gajo não me ter avisado, num se ponham já com merdas e a coisa lá se correu sem problemas.
Vais tomar este anti-inflamatÓro que também é Analgésico ( deve ter a BER com as NALGAS), aí dois a três dias e de 12 em 12 horas, logo à noite, põem gelo. Perante o tom tão afirmativo acatei as ordens e vim embora, faço tal qual o HOMEM que deve saber me disse.
Não me dói nadinha na ANCA direita, mas ficou a ideia que dói mais a esquerda, antes era equilibrado, doía dos dois ladeiros, mas em Outubro vou ter o mesmo tratamento na esquerda, até é melhor pois pelo que recebi hoje pelo correio, dei por ela que é já depois das eleições e oxalá a esquerda não precise de nenhuma INFILTRAÇÃO – da droga que me enfiaram, para se aguentar de PÉ !
É que dantes os gajos do pontapé na bogalha, levavam desta merda e ficavam finos, embora hoje e passados anos, andem todos fodidos das articulações, mas se comigo se aguentar mais uns anos sem dores, já é fixe, num jogo, mas ao menos poderei andar na BOA.
OXALÁ E OXACÁ
Chico da Emilinha

BAIÃO | POLÍTICA E DESPORTO: Candidatura da CDU (PCP-PEV) tece duras críticas ao Executivo Municipal

Pelo terceiro ano consecutivo, Baião é distinguido pelas boas práticas na área do desporto e atividade física. No entanto, a candidatura da CDU enviou o vídeo que se segue ao Baião Canal | Jornal, referindo que não compreendem quais são as boas práticas que estiveram na base de tal distinção.

NOTA EDITORIAL: O Baião Canal | Jornal, convidou todas as forças políticas a publicar no nosso Jornal os seus Programas Eleitorais, bem como as iniciativas de campanha, sendo que visamos a democratização e manter os leitores informados. 

Ver o vídeo

 

 

Pode ser uma imagem de 2 pessoas, incluindo Manuel Abreu Vilas Boas e texto que diz "AUTARQUIAS2021 BAIÃO PCP-PEV Manuel Vilas Boas Candidata Presidência da Câmara de Baião Nuno Gomes Candidato à Assembleia Municipal de Baião CDU COLIGAÇÃO DEMOCRÁTICA UNITARIA FUTURO DE CONFIANÇA trabalho honestidade competência"

Jaime Froufe Andrade | Histórias avulso

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Manhã encantada

Vivemos próximo um do outro. Os nossos encontros são frequentes. Saudamo-nos, saudamo-nos até com vivacidade, mas nunca paramos. Ligado à cidade, a tudo, a todos, o Germano não tem tempo para conversa fiada. Tem mais que fazer. Passo rápido, andar citadino, corre entre assembleias, entrevistas, visitas guiadas, palestras.

Da última vez, não chego a saber porquê, obriguei-o a parar para um aperto de mão. Mas logo me arrependi e até me despedi: Adeus, adeus sócio, sei que estás com pressa. O Germano olhou a biqueira dos sapatos, puxou a orelha, a orelha direita, tique muito seu quanto tem de tomar decisões rápidas, e !!! propôs: Vamo-nos sentar?  

A pressa sumiu-se como água da chuva pelos bueiros do Porto. Senta-se devagar, braços estirados ao longo das costas de um banco no jardim do Marquês, cabeça reclinada para trás a mirar a copa das árvores. E vai falando. Disserta sobre o céu, os pássaros, as casas, os bichos, a gente que passa. 

Silencioso, oiço. Momento raro, para quem me conhece: afinal não é todos os dias que este vosso repórter está com um Doutor Honoris Causa da Universidade do Porto. Sinto que ele resgata a usura utilitarista dos dias de hoje, surpreende e partilha os valores essenciais da vida. Sou testemunha de como este velho mago do tripeiro burgo está a transformar uma vulgar meia manhã num tempo suspenso sem começo nem fim, uma manhã encantada. 

 

Texto publicado no livro o Homem com GENTE ATRÁS - Tributo a Germano Silva, colecção Memória Perecível, da AJHLP-Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto

OBLIQUIDADES (2) | Jaime Milheiro

Jaime Milheiro Os seres humanos rejeitam, por norma,  os portadores daquilo  que   em si próprios  pressentem mas não suportam.

Quem nega ou recalca a sua própria avareza, por exemplo, gozará de óptimas condições para rejeitar e atacar  a avareza dos outros.  No dia a dia obstinadamente a perscruta e numa  incumbente necessidade a toda a hora nos outros inventa  mesquinhices a propósito do dinheiro, transformando-se num  explícito acusador  daquilo que em si  próprio  existe mas não aceita. Sem dar por isso, remexe-se  nas intolerâncias que sempre considera rigorosamente pertinentes e louvatórias dos bons costumes, feito sacristão de si mesmo.

Se admitisse  a   sua própria avareza  suportaria  muito melhor a dos outros e reconciliar-se-ia internamente 

 

                                               (Os idênticos  vislumbram-se,

                                                num formato  pouco consciente,

                                                accionados pela inteligência  matriz … )

 

conseguindo  discernimentos muito mais adequados para os seus julgamentos e preconceitos.

 

Acentuando essa linha:

Só os incapazes de íntima reconciliação  odeiam a vida

Só eles não aceitam as perdas porque nunca no seu  imaginário  aceitarão perder, no balanceio do que foram ou  não foram, do  que fizeram ou não fizeram

São pessoas cuja subjectividade  desconstruiu os   sentimentos básicos de segurança e de esperança

 

                                               (Condição que os fez crescer,

                                               sem tais sentimentos nem  sobreviveriam...)

 

trocando-os por invejas e desconfianças.

 

Rejeitando-se  a si mesmos,  rejeitam  tudo o que à sua volta circula, numa atitude  tanto mais grave quanto mais investida. E  arrastam-se  na queda, recusando  admitir a sua  real participação no que obtiveram ou não obtiveram.

Nesse insólito estrabismo

                                              

                                               (Incapazes de uma justa avaliação

                                               incapazes de uma justa despedida...)

                                                

apenas reconhecem racionalidades utilitárias nas relações onde escorregam noite e dia

delas excluindo a  íntima  capacidade de  sussurro que todos os seres humanos  afagam desde o início  

                                              

                                               (Não  sussurrar será  desumanizar,

                                               será apenas aferir, conferir, deprimir…)

 

mas que a levada sumiu.

Jaime Milheiro

(Arquivo)

MARIA ODETE SOUTO | Voltamos à escola

Odete Souto

Estamos de regresso à escola e a um novo ano letivo. Para o pessoal docente e não docente, este regresso já aconteceu. O ano letivo começa no dia 1 de setembro e estamos todos/as a trabalhar, pelo menos, desde esse dia.

Quando recebemos os/as alunos/as já temos muito, muito trabalho feito. Algum necessário, muito necessário mesmo. Porque esta coisa da escola e da educação não é de atirar para lá, de qualquer forma. É preciso planificar, refletir, avaliar, reformular, construir projetos, antecipar situações, reunir conselhos de turma, departamentos, conselho pedagógico, fazer a primeira abordagem sobre as pessoas alunos/as que vamos receber, pensar e articular estratégias de atuação, criar critérios de avaliação, formativa e classificatória, gizar projetos e planos de atividades, estabelecer metas,  enfim, uma panóplia de coisas inimagináveis para o comum dos mortais, mas que são absolutamente necessárias na preparação de um ano letivo. E é preciso estudar. Sempre e ao longo de toda a vida.

Tal como uma família quando pensa a vinda de um filho tem uma série de procedimentos que acontecem desde a sua conceção até ao seu nascimento, planeados e executados com amor, empenho, alguma ansiedade e até mesmo insegurança, assim acontece na Escola. Sim, porque a Escola é uma grande família, uma tribo, se assim quiserem, onde estão pessoas interligadas, em relação e que tem a missão sublime de acolher e formar pessoas. E estamos todos/as a aprender, embora com papéis diferentes.

Quando recebemos os/as alunos/as já temos muitas horas e muitos dias de trabalho, algum dele também inútil. Mas que nos exigem e que lá vamos fazendo, a contento ou com sacrifício. São grelhas e grelhinhas, boxes, plataformas, rúbricas e domínios e ponderações e papelada, muita papelada que desvia, tantas vezes, a atenção e as nossas energias daquilo que é essencial numa Escola: as pessoas e, muito particularmente, os/as alunos/as e a educação/formação das crianças e dos/as jovens que vamos receber na escola, e que lá vivem a maior parte do tempo das suas vidas enquanto tal. E são eles e elas que dão sentido à escola e é por eles/as e para eles/as que nós existimos como professores/as.

Na sexta-feira, na minha escola, receberemos as nossas crianças e os/as nossos/as jovens, para partir com eles/as numa nova caminhada. E, como todos os anos, confesso-me ansiosa por esse dia, mas, também como sempre expectante. E há muitas perguntas que me assaltam, para além de todo o trabalho previamente feito. Como estarão? Como virão? O que fazer? Como fazer? E pergunto-me, muitas vezes, no meio de tanta planificação e tanto critério e tanta regra e tanta papelada onde fica a liberdade e o lugar da criança? E não há forma de fugir a isto. Não há como não ter um “nervoso miudinho” para receber os nossos alunos e as nossas alunas, da mesma forma que os pais e as mães o têm ao verem os filhos e as filhas irem para a escola. Estamos todos/as do mesmo lado.

Referi o tempo interminável que gastamos a preparar e a planificar, e tudo isto vai ser disponibilizado aos/às respetivos/as encarregados/as de educação, em nome da transparência e de poderem acompanhar os/as educandos/as. Mas desenganem-se. O foco disto tudo tem que ser o/a aluno/a e a pessoa que o habita. E, por isso, um plano é um plano e tem que ser adaptado em função das circunstâncias. Todos/as somos circunstâncias.

Aos alunos e às alunas que voltam à escola, que vão começar um novo ano letivo, desejo as maiores felicidades. A vida é um desafio, todos os dias. E estamos desafiados/as a caminhar. Aqueles e aquelas que vão ser meus alunos e minhas alunas, contam comigo, cada vez com mais dúvidas sobre este caminho e a forma de caminhar. Mas com a certeza de que a dúvida é o princípio da sabedoria.

Aos pais e às mães que entregam os filhos e as filhas à Escola, acreditem que trabalharemos com os vossos filhos e as vossas filhas e daremos o nosso melhor. E que a essência das coisas está no sentido e no valor que lhe damos e, por isso, precisamos de valorizar a Escola e o conhecimento. E que a Escola não pode nem deve ser mais a escola dos nossos avós. E que a aula não pode ser a aula que recebemos no nosso tempo, e que… e que… O mundo mudou e a escola tem que mudar. Mas há princípios e valores, regras e limites, que são essenciais para que possamos construir uma sociedade mais justa, mais humana e mais fraterna. E a educação começa em casa.

Estamos a recomeçar um ano letivo e eu fui contactada por uma minha ex-aluna, que seguiu o seu caminho e transitou para uma outra escola e um outro nível de ensino. Quis falar comigo, dar-me nota de como estava e de como estavam a correr as coisas. E saber como estou. E que quer fazer uma visita. E estas coisas são tão importantes e mostram-nos o quanto podemos ser importantes na vida deles e delas.  Fiquei de coração cheio, como sempre.

São estas coisas que nos fazem acreditar que ainda vale a pena ser Professor/a.

Um bom ano letivo para todos/as e sejam felizes, sabendo que a felicidade não é um porto a que se chega, mas uma forma de navegar.

 

Maria Odete Souto

 

 

 

Últimas | Três anos e meio de pena suspensa para instrutor que matou guarda prisional a tiro

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Agência Lusa BMA 

Tribunal de Paços de Ferreira condenou esta quinta-feira um instrutor dos serviços prisionais à pena de três anos e seis meses de prisão, suspensa por igual período, por um crime de homicídio por negligência grosseira.

Segundo o tribunal, resultou provado em audiência que o arguido, guarda prisional e formador de armamento, no dia 05 de novembro de 2018, disparou uma pistola semiautomática, daí resultando a morte da instruenda Carla Amorim, de 30 anos, no Estabelecimento Prisional de Paços de Ferreira.

O ato de arguido ocorreu, segundo o acórdão hoje, sem que tenha adotado os procedimentos de segurança a que estava obrigado pelos regulamentos, antes de proceder ao disparo, quando ministrava formação de tiro com troca de carregador.

 

“O arguido devia ter levado a cabo os procedimentos de segurança”, nomeadamente ao não ter inspecionado a arma com munição real antes do disparo, referiu a presidente do coletivo de juízes, considerando aquele comportamento uma “ação imprudente e desatenta”.

Observou também que a “negligência” do guarda prisional se revelou “intensa”.

O crime de homicídio por negligência grosseira tem uma moldura penal de um mês a cinco anos de prisão, mas na decisão do coletivo pesou, em favor do arguido, o seu percurso profissional, a inserção social e familiar e o facto de ter confessado parcialmente os factos de que estava pronunciado, colaborando com o tribunal no decurso da audiência.

O tribunal acolheu parcialmente o pedido de indemnização cível da família, condenando o arguido ao pagamento de 120 mil euros por danos não patrimoniais, nomeadamente o sofrimento da vítima e dos pais, além do pagamento das despesas do funeral da vítima.

Agência Lusa BMA 

 

 

CONSULTÓRIO JURÍDICO | Contra ordenações rodoviárias (2) | José Carlos Martins

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Quando qualquer agente de autoridade, no exercício das suas funções de fiscalização, presenciar contra-ordenação rodoviária, levanta auto de notícia, o qual deve mencionar os factos que constituem a infracção, o dia, a hora, o local e as circunstâncias em que foi cometida, o nome e a qualidade do agente de autoridade que a presenciou, a identificação dos agentes da infracção e, quando for possível, de pelos menos, uma testemunha que possa depor sobre os factos.

Quando trate de contra-ordenação praticada no exercício da condução e o agente de autoridade não poder identificar o autor da infracção, deve ser levantado o auto de contra-ordenação ao titular do documento de identificação do veículo. No prazo concedido para a defesa, o titular do documento de identificação do veículo pode identificar pessoa distinta como autora da contra-ordenação, sendo instaurado novo processo contra a pessoa identificada como infractora.

Quando o agente da autoridade não puder identificar o autor da contra-ordenação e verificar que o títular do documento de identificação é pessoa colectiva, deve esta ser notificada para proceder à identificação do condutor, ou, no caso de existir aluguer operacional ou locação financeira, da locatária.

O pagamento voluntário da coima, pelo mínimo, deve verificar-se no prazo de 15 dias úteis a contar da notificação. Pode ainda ser feito em qualquer altura do processo, mas sempre antes da decisão, sem prejuízo das custas que forem devidas.

Quando a notificação for efectuada no acto da verificação da contra-ordenação, o infractor deve de imediato ou no prazo de 48 horas, prestar depósito do valor igual ao mínimo da coima aplicável. Este depósito destina-se a garantir o pagamento da coima em que o infractor possa vir a ser condenado, sendo devolvido se não houver lugar a condenação. Se não for prestado depósito serão apreendidos o título de condução se a sanção respeitar ao condutor e o documento único automóvel se a sanção respeitar ao proprietário do veículo. Neste caso serão emitidas guias de substituição dos documentos apreendidos, com validade pelo tempo julgado necessário se renováveis até à conclusão do processo, devendo os mesmos ser devolvidos ao infractor se, entretanto, for efectuada prova da prestação de depósito ou do pagamento da coima.

Após o levantamento do auto, o Arguido é notificado, normalmente, mediante carta registada com aviso de recepção para o domicílio ou sede do notificando.

Entre outros, da notificação deve constar o prazo concedido e o local para a apresentação da defesa. A defesa tem de ser apresentada no prazo de 15 dias úteis e tem de ser dirigida ao Presidente da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária.

A decisão da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária que aplica a coima ou a sanção acessória, deve conter, entre outros, a referência que a condenação se torna definitiva e exequível se não for judicialmente impugnada por escrito, constando de alegações e conclusões, no prazo de 15 dias úteis após o seu conhecimento e junto da autoridade administrativa que aplicou a coima.

A função do advogado é fundamentalmente prática. Compete ao advogado procurar e arranjar soluções para quem procura a sua ajuda. Por esse motivo, deixo aqui um conselho importante. Considerando que o procedimento por contra-ordenação rodoviária extingue-se por efeito da prescrição logo que, sobre a prática da contra-ordenação, tenham decorrido dois anos e que a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, não despacha os processos, deve apresentar sempre a defesa no prazo de 15 dias úteis após a notificação do auto, aproveitando desta forma o instituto da prescrição.

José Carlos Martins (advogado)

Arquivo

DUAS DE LETRA - Lourdes Dos Anjos SETEMBRO QUENTE COM VÍRUS NO VENTRE...

 

Lourdes dos Anjos

 

Chegou setembro.

Chegou ensolarado , majestoso no seu manto real colorido e cautelosamente promissor de farta colheita.
Chegou caladinho apesar de saber ser tempo de recomeço, depois de agosto nos ter bombardeado com Algarves e sol e praias da Marambana onde antes não cabia nem mais uma toalha de bidé mas onde hoje se bronzeia um virus que ELES pariram...e há tanto Portugal para além disto...e setembro é tão generoso com este pedaço de europa, dá-lhe tanta cor e tanto sonho...e ainda somos um povo que respira e inventa novos mundos
E foi-se agosto, com Portugal em chamas, como de costume, com muitos mortos que deixam de receber reforma, com opiniões e "opiniães" , com guerrinhas e merdinhas entre grandões e anões com universidades de jotas imbecis e aprendizes da roubalheira, jovenzinhos que detestam o trabalho mas adoram o dinheiro...entre os quais até ouvi um catraio anafado dizer que gostava de causas sociais e por isso seria daqui a uns anos primeiro ministro...
Droga-te filho depois faz curas de limpeza, tira o curso com os "ex" embrulha-te na trampa que eles vão deixando atrás de ti toma um banhinho com soda cáustica e água morninha e acredito que depois serás tudo o que sonhas...
E eis-nos em setembro.
Mostra-se o bronze, as fotos daqui e dali, olham-se os bolsos cheios de cotão e pensa-se agora que os livros dos filhos são caros... e as botas do ano passado ficaram pequenas e o desemprego vai crescer e a vida está pela hora da morte e ...era bom mas acabou-se...acabou-se a rambóia.
Chegou setembro.
Continuará a festa dos polícias que , em nome da ordem pública, atiram sobre assaltantes (que eram bons moços) e são punidos por cumprirem a sua missão; continuarão as facadas e machadadas caseiras; seguem felizes e contentes os senhores banqueiros mais os politiqueiros, mais uns tantos vendilhões da Pátria com subvenções ENORMES , donos de mansões que não pagam IMI e estão cheias, até ao telhado, de tachos, muitos tachos onde cozinham o futuro dos seus nobres descendentes.
Portugal o Portugal dos Pequeninos esse continuará a ser, a sul, uma coutada para imperadores e a norte, um retalho de chão onde ainda há Gente Nobre e Leal que sabe o preço do pão que come.
QUANTO A MIM, CÁ ESTOU, AO SERVIÇO DOS MEUS SANTOS AMIGOS QUE ATURAM ESTE "ANJO" COM TÃO MAU FEITIO.
ESPEREMOS QUE A TEMPESTADE PASSE POR OBRA E GRAÇA DUM SANTINHO QUALQUER...E BIBA PORTUGAL!

OS PEQUENOS TAMBÉM SÃO GRANDES | Aníbal Styliano

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1975

Artur Jorge convidou-me para integrar um projeto inovador: O Movimento Nacional de
Futebol Juvenil, com funções de coordenação no distrito do Porto. Em poucas linhas,
pretendia-se dois em um: fazer formação a jogadores cujas lesões determinaram
precocemente o fim da sua carreira como profissionais de futebol e criar-lhes uma colocação
profissional, como “treinadores/monitores” em várias escolas primárias, criando equipas e
transmitindo bases adequadas no momento certo. Nessa época, tudo corria célere.
Apresentei-me na DGD-Porto com os dois colaboradores que escolhi: Sr. Artur Baeta, meu
antigo treinador e um dos maiores especialistas do futebol jovem e não só e o jogador e meu
amigo Vieira Nunes. Tudo montado (iria contar com 44 colaboradores), prazos definidos e cai
mais um governo, como era usual nessa altura. O projeto que era fantástico foi transformado,
com um novo governo, com novos elementos, fundamentos e instituições, num torneio único
e não no projeto contínuo que se pretendia. Posso acrescentar que o pagamento a cada
colaborador andaria à volta de 4 mil e quatrocentos escudos por mês. Nunca foi público o
valor investido nesse torneio único.
Passados longos anos, na AF do Porto construí um novo projeto que se tornou realidade. Era
uma competição entre seleções de futebol de sub-14, dos concelhos do distrito do Porto, que
além dos jogos (às quartas-feiras) tinha mais alguns pormenores: a equipa que recebia tinha a incumbência de oferecer lanche ao visitante. Os árbitros, além da sua tarefa, tinham um
boletim onde registavam pontuação de fair-play, pois era também um título a atribuir.
Finalmente, envolvemos a Comunicação Social Regional para concurso sobre reportagens
desse torneio ao qual demos o nome de Troféu “Álvaro Braga” e que revelou momentos
fantásticos com grande profissionalismo. O torneio interconcelhio recebeu o nome de “Dr.
Adriano Pinto”. Enquanto mantivemos os colaboradores, tudo correu bem, pois tinha como
objetivo alicerçar o futebol positivo nas idades mais baixas. Houve autarquias que levaram a
sua equipa a jogos fora das nossas fronteiras. O torneio chegou a ter uma grande dimensão e
constituiu uma nova forma de abordar os jogos sem a presença de qualquer forma de
violência. Mas tudo tem um tempo e após o falecimento do Presidente da Direção da AF do
Porto, decidi abandonar assa instituição ao fim de cerca de 20 anos. Houve algumas autarquias que ainda levantaram o torneio mas com fim anunciado, por falta de visão estratégica ou outra razão qualquer…
Hoje, decidi desafiar as autarquias a pensarem criar uma iniciativa com futuro: um torneio de
sub-10 ou sub-12 (ou os dois) para futebol de rua, em pelados ou relvados mais pequenos (tipo futebol de sete), com jovens a apitar, após fase de aprendizagem. Não é o título que se
procura, mas aprender a estar em jogo pelo jogo, em apoiar os colegas e saber trocar a bola
sem exageros individualistas. Os resultados são importantes mas só no fim. Noutro dia há
mais. E assim, se em cada escola se conseguir uma equipa (podem ser mistas) a nova
competição pode avançar! Têm a palavra os adultos (pais, professores, funcionários e até a AF do Porto para apoiar com material e logística, como deve ser a sua função). Jogar para ganhar é sempre mais importante do que quem ganhou… Porque, logo depois, vem outro novo jogo e tudo pode ser diferente. Ajudaria dividir o distrito em grupos de concelhos mais próximos mas também com densidade populacional similar. Um forte abraço para o meu inesquecível amigo Artur Jorge, sim o treinador português que ganhou com o FC do Porto, a Taça dos Campeões
Europeus, em 1987.
Aníbal Styliano (Professor e Comentador)

PELO ANDAR DA CARRUAGEM | Teatro do Montemuro

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18 – 19 e 25 – 26 de setembro – 15h e 17h30
Início da Ecopista do Dão [atrás do tribunal de Viseu]

“Pelo Andar da Carruagem” é a nova estreia do Teatro do Montemuro. Um espetáculo ambulante na ecopista do Dão, onde convidamos 15 pessoas por sessão a deslocarem-se de bicicleta e respetivos capacetes cedidos pelo Teatro do Montemuro. A idade mínima de participação é de 12 anos e todos os participantes têm de saber andar de bicicleta. Da locomotiva às automotoras centenas de pessoas têm recordações de outrora. Venha redescobrir a ecopista do Dão, relembrando a antiga linha férrea do Dão.

 

Esta produção do Teatro do Montemuro retrata com algumas fortes pinceladas de realismo mágico – se quisermos assim chamar-lhe –  o quotidiano duma região e o seu leva-e-traz de gentes e mercadorias das mais diversas matizes.
A diegese desta peça situa-se dentro e fora do velho Vouguinha (O “Chelas” para os amigos, como ele próprio se retrata neste texto), algures pelos finais dos anos 60 do século XX.
A peça tem como pano de fundo uma guerra anacrónica – um pleonasmo, aliás, pois todas as guerras são isso mesmo: anacrónicas – e desenrola-se num país anacrónico de onde se fugia a salto para vários destinos.
A somar a tudo isto temos uma composição plena de gente mentirosa, produtores de pequenas e grandes mentiras. Mas são mentiras genuínas.
Porque a Verdade era (é) uma coisa muito desengraçada.
Carlos Clara Gomes

Equipa

Texto e Direção Musical Carlos Clara Gomes
Encenação Paulo Duarte
Cenografia, Adereços e Figurinos Sofia Silva e Ricardo Neto
Cartaz Sofia Silva
Interpretação Abel Duarte, Carlos Cal, Eduardo Correia, Paulo Duarte, Matilde Rodrigues, Joana Martins, Sofia Moura e Gonçalo Alegre
Direção de Produção Paula Teixeira
Assistência à Produção e Comunicação Marta de Baptista
Costureiras Capuchinhas CRL e Maria do Carmo Félix
Apoio ao projeto Manuel António Pereira e Miguel Duarte
Apoio à cenografia e figurinos Carlos Cal e Maria da Conceição Almeida
Assessoria de imprensa Rui Elias Maltez
Agradecimentos Associação Social, Cultural e Recreativa de Travassós de Orgens, Grupo Social de Recreio e Desporto de Torredeita e Cais Bar

Um projeto financiado pelo Viseu Cultura

Classificação Etária M/12 anos
Duração prevista 120 minutos

Reservas obrigatória
teatromontemuro@gmail.com
254689352

Nota: indicar na reserva um contacto móvel e qual é a idade dos participantes

Preço único: 3€

IMPORTANTE:
– é obrigatório o uso de máscara, desinfeção das mãos e medição da temperatura
– é obrigatório saber andar de bicicleta
– a idade mínima de participação é 12 anos
– recomendamos que traga roupa confortável para andar de bicicleta
– o teatro do Montemuro cederá uma bicicleta e um capacete por participante
– pedimos que chegue 30 minutos antes de cada sessão

Estamos disponíveis para qualquer esclarecimento.
Obrigada,
Marta de Baptista

 
Marta de Baptista
Teatro do Montemuro

Proteção Civil emitiu este domingo um aviso à população em geral devido à previsão de chuva e vento para os próximos dias, "sobretudo no litoral centro e sul".

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O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou todo o território continental sob aviso amarelo, a partir da madrugada de segunda-feira, devido à previsão de trovoada e chuva forte. 

De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), "são expectáveis precipitações localmente fortes, com impactos significativos, em particular em meios urbanos, onde há risco de cheias rápidas, e na circulação rodoviária".

 

Face a estas previsões, a Proteção Civil sublinha que "poderão ocorrer cheias e inundações nas áreas urbanas, com destaque para a área metropolitana de Lisboa e para a cidade de Setúbal".

"Há também o risco da subida do nível das águas dos rios e ribeiras do Algarve, que poderão causar inundações nas zonas urbanas e mais impermeabilizadas. Recomenda-se especial atenção à eventual conjugação dos picos de precipitação com as horas previstas para a preia-mar", indica ainda a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) em comunicado enviado às redações.

Os efeitos expectáveis são, por isso, piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água, possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, danos em estruturas montadas ou suspensas, possibilidade de queda de ramos ou árvores devido ao vento mais forte, possíveis acidentes na orla costeira, entre outros incidentes.

Perante este cenário, a Proteção Civil deixa um conjunto de medidas preventivas que devem ser adotadas:

Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;

Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível acumulação de neve e formação de lençóis de água nas vias;

Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;

  • Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;

  • Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;

Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis;

Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.

Para segunda-feira, em concreto, prevê-se, aguaceiros, por vezes fortes, acompanhados de trovoada, em especial no litoral oeste e Algarve, estendendo-se gradualmente às restantes regiões a partir da tarde.

Perspetiva-se vento por vezes forte, em especial nas terras altas do centro e sul, por vezes com rajadas até 80 quilómetros horários.

Já para terça-feira, a previsão da Meteorologia aponta para aguaceiros, por vezes fortes, acompanhados de trovoada, granizo e rajadas de vento forte.

NOTA DE IMPRENSA | CDU comício cancelado

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Em virtude da morte do ex presidente da república Jorge Sampaio e no seguimento do luto nacional decretado pelo governo ao qual o PCP se associou, o comício da CDU de amanhã na Casa da Juventude foi cancelado.

A Comissão Concelhia de Baião do PCP lamenta o sucedido e envia os pêsames á família de Jorge Sampaio e ao Partido Socialista

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