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País | Seca. Portugal vive uma das piores situações do último século

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Portugal continental está a viver uma situação de seca hidrológica que as autoridades admitem ser a pior dos últimos 100 anos, com quase todo o país em seca severa ou extrema.

A situação obrigou o Governo a tomar medidas, como apoios financeiros, monitorização e restrições no uso da água, nomeadamente para produção de energia ou para rega. Mas a água para consumo humano está assegurada.

Os níveis da seca medem-se pelo índice PDSI (Palmer Drought Severity Índex), que tem em conta a quantidade de precipitação, a temperatura do ar e a capacidade de água disponível no solo. Classifica-a de fraca, moderada, severa e extrema. Em junho, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), 67,9% do território estava em seca severa, 28,4% em seca extrema e 3,7% em seca moderada. O IPMA indica que este é o ano mais seco de que há registos (desde 1931).

Persistência da seca

Desde há um ano que Portugal continental tem algum nível de seca na maior parte do território, com exceção do mês de outubro do ano passado, quando não ocupava a maior parte. Nos meses de inverno todo o país esteve em seca, com mais de metade do território em seca extrema em fevereiro passado.

Em janeiro deste ano, segundo o IPMA, verificou-se um agravamento muito significativo da situação de seca meteorológica, estando no final do mês todo o território em seca, com 1% em seca fraca, 54% em seca moderada, 34% em seca severa e 11% em seca extrema. Janeiro foi o sexto mês mais seco desde 1931 e o segundo mais seco desde 2000. Foi também o quinto mais quente desde 2000.

A 15 de fevereiro, segundo o IPMA, mais de 90% do território estava em seca severa ou extrema.

Em março, mais de três quartos do território estavam em seca severa e extrema. Segundo o IPMA o período entre outubro de 2021 e março foi o mais seco desde 1931.

Em abril. Portugal continental estava com 81,9% do território em seca moderada e 17,9% em seca severa, segundo o IPMA.

E em maio quase todo o continente estava em seca severa, sendo o mês de maio mais quente e seco dos últimos 92 anos.

Medidas do Governo

O Governo reuniu este ano a 01 de fevereiro pela primeira vez a Comissão Permanente de Prevenção, Monitorização e Acompanhamento dos Efeitos da Seca. Desde então já se realizaram 10 reuniões, nas quais foram tomadas quase uma centena de medidas. Em fevereiro foram tomadas 50 medidas e em junho passado mais 28, entre condicionamentos de uso de água a soluções para disponibilizar água em territórios mais afetados.

Já este mês, na última reunião, que junta nomeadamente os ministros do Ambiente e da Agricultura, foram tomadas mais medidas, de reforço de albufeiras e de condicionamento do uso de água no setor turístico algarvio.

Na sequência da reunião de 01 fevereiro, à qual se seguiram reuniões regionais para avaliar possíveis cenários de condicionamento do uso de água, foi suspensa a produção de energia em cinco barragens devido à baixa reposição dos volumes armazenados nas albufeiras, aos valores de precipitação, significativamente abaixo da média, observados e para garantia dos volumes necessários para os usos prioritários.

Também foram suspensas as emissões de títulos de novas captações de água subterrânea para uso particular nas massas de água identificadas como críticas.

Situação na agricultura e medidas de apoio

Na agricultura, apesar de o Governo adiantar que a campanha de rega para 2022 está garantida, face aos níveis de armazenamento de 37 das 44 albufeiras monitorizadas, as barragens de Bravura, Santa Clara, Campilhas, Fonte Serne e Monte da Rocha (Algarve e Alentejo), bem como Arcossó e Vale Madeiro (Norte) apresentam limitações.

No que se refere à agricultura de precisão e à eficiência no uso dos recursos, o Programa de Desenvolvimento Rural (PDR) 2020 tem um aviso, com 24,5 milhões de euros de dotação, cujas candidaturas decorrem até 30 de setembro.

Soma-se ainda um aviso de 30 milhões de euros para a eficiência hídrica do aproveitamento hidroagrícola do Mira e da nova estação elevatória.

Por outro lado, o Governo quer alargar o uso de águas reutilizadas para fins que não necessitam de água potável, nomeadamente a rega de culturas permanentes.

Em Trás-os-Montes, um conjunto de barragens de pequena dimensão, utilizadas para o consumo humano, está sob "apertada monitorização".

O Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) prevê também 200 milhões de euros para o plano de eficiência hídrica do Algarve.

A seca, disse a ministra da Agricultura, põe em causa a produção agrícola.

Já em fevereiro passado os ministros da Agricultura da União Europeia (UE) discutiram num conselho a situação de seca em Portugal e Espanha e possíveis ajudas, no âmbito da Política Agrícola Comum (PAC).

Num debate no Parlamento Europeu o executivo comunitário já tinha indicado estar em contacto com as autoridades nacionais e regionais portuguesas para analisar possíveis apoios, no quadro da PAC, para fazer face à seca.

Situação geral

De acordo com o Governo em julho 31 albufeiras para fins múltiplos estavam em situação crítica, 10 com um volume estável e duas com uma maior redução de água em relação a junho.

Diversas localidades, de norte a sul do país, já estão a receber água para consumo por autotanques, e muitos municípios ativaram planos de gestão e fizeram campanhas de poupança de água.

O ministro do Ambiente, Duarte Cordeiro, anunciou em junho que o Fundo Ambiental tem cinco milhões de euros para medidas imediatas de combate à seca, seja para campanhas de sensibilização seja para outras, como a reativação de captações públicas e combate a perdas de água.

Seca e alterações climáticas

Os cientistas dizem que as alterações climáticas aumentam a probabilidade e frequência de episódios de seca e também de ondas de calor (pelo menos seis dias consecutivos com temperatura máxima acima de 05.ºC do valor médio para a época). Portugal deverá ter mais fenómenos de temperaturas extremas.

A 13 de julho, todos os distritos do continente à exceção de Faro estiveram sob aviso vermelho, por parte do IPMA, devido ao calor intenso, com temperaturas a ultrapassarem os 40.º em vários distritos do continente.

Seca oficial

A 27 de junho o Governo reconheceu oficialmente a existência de uma situação de seca severa e extrema agrometeorológica em todo o continente, "o que consubstancia um fenómeno climático adverso, com repercussões negativas na atividade agrícola".

O reconhecimento oficial foi publicado em Diário da República através de um despacho de 21 de junho da ministra da Agricultura e Alimentação, Maria do Céu Antunes.

Na altura afirmava-se que a situação de seca no continente, após ligeira melhoria nos meses de março e abril, "voltou a apresentar um agravamento significativo nos meses de maio e junho de 2022 com consequentes impactos negativos na atividade agrícola".

O reconhecimento oficial da situação de seca extrema ou severa em Portugal continental visa minimizar os efeitos da seca na atividade agrícola e no rendimento dos agricultores.

A 2 de março, a ministra da Agricultura também já tinha assinado um despacho no qual o Governo reconhecia a existência de seca severa e extrema em quase todo o país, o que permitia acionar medidas de apoio.

Implicações

Além das implicações para a agricultura ou para a saúde, a seca levou o ministro do Ambiente e Ação Climática a avisar no final de junho que os portugueses vão ter de se habituar a viver com menos água, em todas as atividades. O Governo avisou também que não tem limitações na aplicação de restrições de consumo.

Seca na Europa e no mundo

A seca que afeta Portugal é também um motivo de preocupação em grande parte da Europa e em muitos países do mundo. A meio de julho metade do território da União Europeia estava em situação de risco devido à seca prolongada, que deverá provocar um declínio no rendimento das culturas em diversos países, segundo um relatório da Comissão Europeia.

Na Europa são os países do sul e a zona do Mediterrâneo os que, segundo especialistas, mais vão ser afetados com falta de água devido às alterações climáticas.

A título de exemplo, a seca está a afetar grande parte da França, já com restrições ao consumo de água em várias regiões do país, a Suíça, onde o exército está a levar água para pecuária em zonas alpinas, ou a Itália, com um terço da produção agrícola em risco e onde foi declarado o estado de emergência em cinco regiões.

O Reino Unido ou nos Estados Unidos tiveram recentemente ondas de calor e a região do Corno de África está a sofrer a pior seca das últimas quatro décadas, que levou mais de 23 milhões de pessoas a enfrentarem "fome extrema" na Etiópia, Somália e Quénia, segundo um relatório publicado em maio pelas organizações Save the Children e Oxfam.

Em junho, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse que a seca "afeta todas as regiões de forma cada vez mais grave e frequente", podendo afetar três quartos da população mundial em meados deste século.

30/07/22 10:53 POR LUSA

Rita Diogo | Burnout

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Nos últimos tempos, mais acentuadamente desde o início da pandemia, o termo burnout entrou na nossa linguagem quotidiana, no nosso léxico mental. É um termo que vem da língua inglesa e que podemos traduzir por “queimar até ao fim”, que usamos para denominar uma perturbação psicológica causada pelo stress excessivo que decorre de uma sobrecarga com a qual não se consegue lidar. O termo foi usado pela primeira vez nos anos 70, começando por estar associado a profissões em que é necessário cuidar dos outros, mas está atualmente generalizado a quase todas as profissões onde se conjuguem estes sintomas: exaustão mental e física, despersonalização manifestada na falta de empatia ou afetividade no contacto com os outros e uma baixa realização profissional.

A crescente incidência do burnout, já reconhecido pela Organização Mundial de Saúde, tem graves consequências no sofrimento das pessoas e no funcionamento das organizações. Sabemos que alguns fatores desencadeadores mais relevantes deste problema são os contextos de trabalho que combinam elevados níveis de stress, resultantes de enormes solicitações funcionais com exigências de responsabilização e de resultados exageradas e que envolvem permanentes sobrecargas de trabalho. Os contextos de trabalho com deficiente clarificação dos propósitos, objetivos, papéis e funções, a comunicação insuficiente ou disfuncional, a escassez de recursos, o reduzido envolvimento dos trabalhadores, a baixa autonomia e controlo sobre o trabalho e o reduzido suporte social (da organização, dos líderes/gestores e dos pares) são fatores precipitantes de situações de burnout. As pressões temporais excessivas, as longas jornadas de trabalho e horários noturnos, atípicos ou por turnos, que limitam a compatibilização da vida profissional com a vida pessoal e familiar, bem como a insegurança no trabalho e sentimento de injustiça nas relações laborais são também determinantes.

Todos nós dispomos de mecanismos de coping, mais ou menos adequados e adaptados, para lidar com o stress e com as situações da vida diária, todos os dias resolvemos problemas, todos os dias respondemos a solicitações, isto faz parte do nosso dia a dia. Para tal acontecer usamos determinados recursos internos que conjugamos com a quantidade de estimulação externa. Assim, devemos encarar o burnout como um problema organizacional e pessoal, tentando implementar mudanças assentes na prevenção destas situações na vertente da organização e também na dimensão do indivíduo.
Muitas vezes espelhamo-nos em casos de sucesso e baseamo-nos nas histórias de vida de outras pessoas, assim criamos metas e expectativas que podem não corresponder à nossa realidade. Algumas pessoas têm mais sorte, outras mais possibilidades, algumas atingem determinado sucesso mais jovens e outras mais velhas, somos diferentes e no trabalho também. O facto é que cada um de nós possui a sua própria história, que é única, com diferentes adversidades e conquistas. Devemos parar de fazer comparações, parar de romantizar o trabalho, deixar de colocar no trabalho uma energia desproporcional ao que é exigido. O espaço para a vida afetiva, familiar, social, pessoal deve existir, coexistindo de forma saudável com o trabalho.

 

As férias não resolvem situações de burnout mas podem ser fundamentais na sua prevenção. Desligar do trabalho, do email profissional, ter tempo de qualidade para fazer o que dá prazer, quebrar a rotina é fundamental mas o regresso ao trabalho, muitas vezes, traz pilhas de assuntos para resolver. Assim, reflita sobre o seu trabalho, pense nos aspetos que mais gosta no local onde trabalha e nas suas funções. Defina o seu propósito no seu trabalho e analise o que lhe traz ou poderia trazer motivação. Aproveite as férias para pensar sobre como se sente no seu local de trabalho, como se sente consigo mesmo, para fazer um balanço pessoal e profissional. Se sentir que não consegue fazer esta análise de forma independente ou que esta análise lhe traz desconforto, recorra a ajuda de um profissional e lembre-se que o burnout afeta muito mais do que a sua produtividade, afeta a sua saúde. Estas férias cuide da sua saúde mental! Boas férias!

Rita Diogo, Psicóloga Especialista em Psicologia Clinica e da Saude

Cantinho do leitor

sinal

Olá, boa tarde como leitor e subescritor da vossa pagina, gostava de um dia ver editado a noticia da falta no concelho de baião ou neste caso ate mais em falta em Ancede local onde vivo. a inesistencia de lugares de estacionamento para pessoas com defeciencia como eu. que alem do meu pedido a camera. os estacionamentos continuam escasos e em lugares sempre ocupados por inrresponsaveis .

Cultura | LIVRO DE HOMENAGEM A ADRIANO CORREIA DE 0LIVEIRA

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No dia 21 de Julho (quinta-feira), às 21h30, no Arquivo Municipal Sophia de Mello Breyner,em Vila Nova de Gaia realizar-se-á o lançamento da obra:
ADRIANO, UM CANTO EM FORMA DE ABRIL – 80 ANOS
O livro é composto por oito dezenas de textos,em prosa e poesia,fotografias e
desenhos/

ilustrações. A capa é da autoria do Arquitecto Siza Vieira.
É um tributo de amigos, e diferentes personalidades do panorama cultural:
Manuel Alegre, Rui Pato, Alberto Martins, Paulo Vaz de Carvalho, Sérgio Godinho, Vitorino, Manuel Pires da Rocha, Arnaldo Trindade, Francisco Duarte Mangas, José António Gomes, José Barata-Moura, Eduardo Vítor Rodrigues,entre outros – alguns estarão presentes.
Adriano não foi “apenas” a voz maior da música de cariz popular – o seu vibrato era único!, ele é, também, um símbolo de Liberdade “porque o medo não podia ter tudo”; um homem simples, inteiro, pleno de humanidade.
A sua voz jamais se calará!

Mundo | Amnistia Internacional lança campanha contra ameaças ao direito de protesto

direito ao protesto

A organização Amnistia Internacional alertou hoje para a ameaça "sem precedentes e crescente" que o direito de protestar enfrenta em todo o mundo, anunciando o lançamento de uma campanha global para defender "esse direito fundamental".

"Manifestantes de todo o mundo estão a enfrentar uma mistura potente de contra-ataques, com um número crescente de leis e outras medidas para restringir o direito de protestar", denunciou a organização de defesa dos direitos humanos, em comunicado hoje divulgado.

"Da Rússia ao Sri Lanka, da França ao Senegal e do Irão à Nicarágua, as autoridades estatais estão a impor uma gama cada vez maior de medidas para suprimir a dissidência organizada", refere, acrescentando que as restrições passam por usar indevidamente a força, pelo aumento da vigilância direcionada, por impedir o acesso à internet e fazer censura `online`, assim como por recorrer a abusos e estigmatização.

"Grupos marginalizados e discriminados são sujeitos a barreiras ainda maiores", afirma a organização internacional.

Por isso, a Amnistia Internacional resolveu lançar uma campanha global que visa "confrontar os esforços crescentes e intensificados dos Estados para corroer esse direito humano fundamental".

A campanha "Proteja o Protesto" pretende "desafiar os ataques a protestos pacíficos, apoiar os alvos e as causas dos movimentos sociais que pressionam para que haja evolução dos direitos humanos", explica.

"Nos últimos anos, vimos algumas das maiores mobilizações de protesto em décadas. `Black Lives Matter`, `MeToo` e os movimentos de mudança climática inspiraram milhões de pessoas em todo o mundo a sair às ruas ou a participarem `online` para exigir justiça racial e climática, equidade e meios de subsistência e o fim da violência e discriminação de género", lembrou a secretária-geral da Amnistia Internacional, Agnès Callamard, acrescentando que "noutros lugares, as pessoas levantaram-se aos milhares contra a violência policial e os assassinatos, a repressão e a opressão do Estado".

No entanto, apontou a responsável, "quase sem exceção, essa onda de protestos em massa foi recebida com respostas obstrutivas, repressivas e muitas vezes violentas das autoridades estatais".

"Vimos, por exemplo, proibições gerais de protestos na Grécia e no Chipre durante a pandemia de Covid-19. No Reino Unido, uma nova lei contém disposições que conferem aos polícias amplos poderes, incluindo a capacidade de proibir `protestos barulhentos`, enquanto no Senegal, manifestações políticas no centro de Dakar estão proibidas desde 2011, impedindo protestos perto de prédios do governo", avançou a secretária-geral da Amnistia.

Além disso, acrescentou, "Governos de todos os tipos estão a usar cada vez mais os poderes dos estados de emergência como pretexto para reprimir os que discordam deles. Isso foi visto no auge da pandemia de covid-19 em países como a Tailândia ou República Democrática do Congo, onde um `estado de sítio` imposto pelo Governo para dar aos militares e polícias amplos poderes para restringir protestos nas províncias de Ituri e Kivu do Norte desde maio de 2021".

Estas medidas têm sido justificadas com o argumento de que "os protestos constituem uma ameaça à ordem pública", enquanto os manifestantes são estigmatizados com rótulos de serem "conflituosos", "desordeiros" ou mesmo "terroristas", avisou a responsável da organização.

"Essa abordagem foi testemunhada em Hong Kong, onde a Lei de Segurança Nacional e sua ampla definição foram usadas arbitrariamente, entre outras coisas, para restringir protestos", considerou Agnès Callamard.

Em vez de facilitar o direito de protestar, "os governos esforçam-se cada vez mais por anulá-lo. É por isso que, como maior organização de direitos humanos do mundo, escolhemos este momento para lançar esta campanha. É hora de se levantar e lembrar em voz alta, aos que estão no poder, o nosso direito inalienável de protestar, expressar queixas e exigir mudanças de forma livre, coletiva e pública", concluiu.

Por: LUSA

Região | Penafiel | Pulseira eletrónica por violência doméstica

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O Comando Territorial do Porto, através do Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas (NIAVE) de Penafiel, no dia 14 de julho, deteve um homem de 65 anos por violência doméstica, no concelho de Penafiel.
No âmbito de uma investigação de violência doméstica, os militares da Guarda apuraram que o suspeito ameaçou, injuriou e agrediu fisicamente a vítima, sua companheira de 63 anos, nos últimos cinco anos.
O suspeito foi detido e presente a primeiro interrogatório judicial, no dia 15 de julho, no Tribunal de Instrução Criminal de Penafiel, onde lhe foram aplicadas as medidas de coação de proibição de contactar com a vítima, afastamento da residência e da vítima, proibição de adquirir armas de fogo, não podendo aproximar-se da vítima num raio de 500 metros, controlado por pulseira eletrónica.
A violência doméstica é crime público e denunciar é uma responsabilidade coletiva. Se precisar de ajuda ou tiver conhecimento de alguma situação de violência doméstica participe:
• No Portal Queixa Eletrónica, em queixaselectronicas.mai.gov.pt;
• Via telefónica, através do número de telefone: 112;
• No Posto da GNR mais próximo à sua área de residência, tendo os nossos contactos sempre à mão em www.gnr.pt/contactos.aspx;
• Na aplicação App MAI112 disponível e destinada exclusivamente aos cidadãos surdos, em http://www.112.pt/Paginas/Home.aspx;
• Na aplicação SMS Segurança, direcionada a pessoas surdas em www.gnr.pt/MVC_GNR/Home/SmsSeguranca.
 
Fonte: GNR

Região | Amarante | Detidos por furto

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O Comando Territorial do Porto, através do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Amarante, ontem, dia 13 de julho, deteve dois homens de 22 e 26 anos por crimes de furto, no concelho de Amarante.
No âmbito de uma investigação por diversos crimes de furto, no concelho de Amarante, os militares da Guarda realizaram diversas diligências policiais, que culminaram na identificação dos suspeitos. Na sequência da investigação, foram realizadas quatro buscas, duas domiciliárias, uma em veículo e outra num terreno particular, tendo sido possível apreender diverso material, destacando-se:
• Dois computadores;
• Dois telemóveis;
• Um fio em ouro;
• Uma scooter elétrica;
• Uma bicicleta de montanha;
• Um reboque;
• Uma guitarra;
• Um motosserra;
• Um aspirador;
• Cerca de 27 litros de gasóleo.
Os suspeitos, com antecedentes por crimes de furtos, foram detidos e vão ser presentes hoje, dia 14 de julho, ao Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Penafiel, para aplicação das medidas de coação.
Fonte: GNR

Últimas | Baião | Incêndio em Padrões, Baião

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Um incêndio deflagrou, ao início da manhã, numa zona de mato em, Padrões, freguesia de Teixeira, em Baião,  já alastrou para concelho de Amarante, segundo  fonte do comando dos bombeiros de Baião.

O incêndio está a ser combatido por 107 operacionais, oriundos de mais de uma dezena de corporações da região Norte, apoiados por 28 veículos e três meios aéreos.

segundo o comandante dos bombeiros de Baião , às 11:00, o incêndio tinha três frentes ativas sendo que a principal se aproxima das localidades de Carneiro e Murgido,  Amarante.

Seundo a mesma fonte,  não existem casas ou outras estruturas em perigo, acrescentou ainda “os bombeiros não vão deixar que isso aconteça”.

Baião canal

Foto arquivo

Quase 40% dos consumidores nunca ou raramente analisa fatura da luz e gás – ERSE Maria João Pereira-Lusa

Luz

Quase 40% dos consumidores de eletricidade e gás natural reconhecem que nunca ou raramente analisam a fatura e demonstram um nível elevado de confiança no documento, segundo um estudo do regulador da energia, hoje divulgado.

A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) promoveu um estudo junto dos consumidores de eletricidade e gás natural, com base em 1.250 entrevistas telefónicas em Portugal Continental e regiões autónomas, para identificar o conhecimento que têm das faturas, a utilidade que lhe atribuem, quais os elementos que consideram mais importantes, as dificuldades que sentem na sua interpretação e os fatores que contribuem para essas dificuldades.

Segundo as principais conclusões do relatório, “38% dos consumidores reconhece que nunca ou raramente analisa a sua fatura, embora a confiança na fatura seja elevada (quatro, numa escala de um a cinco)”, observou a entidade reguladora.

Já quanto à satisfação dos consumidores com a fatura, também numa escala de um a cinco, os inquiridos atribuem a avaliação de 3,58 à fatura de eletricidade, 4,02 à de gás natural e 4,04 à fatura de eletricidade e gás natural conjuntamente.

O estudo concluiu ainda que a faixa etária menos satisfeita com a fatura é a dos 45 aos 54 anos, sendo os acertos de faturação o fator pior classificado pelos consumidores.

Neste sentido, a ERSE sublinhou que a progressiva instalação de contadores em redes inteligentes contribui para eliminar a necessidade de estimativas de consumo e de acertos de faturação.

Fonte:

MPE // JNM

Lusa/Fim