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Rita Diogo | O ano começou assim...

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Um novo ano que começa cheio de resoluções e promessas de novas atitudes. Um novo ano traz consigo o ano que termina, as coisas boas e as coisas menos boas do ano que finda. E assim é com 2022. Mais um ano de pandemia em que pagamos a fatura dos dois anos anteriores. A pandemia que nos trouxe vivências novas, contínuas adaptações, exigências várias e acima de tudo um grande isolamento social. Falamos menos uns com os outros, abraçamos menos, beijamos menos, estamos menos com os outros, estamos demasiado apenas com nós próprios. Está a perder-se a empatia, estamos a viver demasiadamente sós.

2022 começou da pior maneira. Foram noticiados os suicídios de duas jovens, de 16 e de 20 anos, duas jovens que não se conheciam, que viviam em locais diferentes, com histórias de vida que supomos diferentes mas, com igual sofrimento. Falamos de suicídio de jovens, colocando mais uma vez a saúde mental nas bocas do mundo. Sabemos que o suicídio é a segunda causa de morte mais frequente nos jovens entre os 15 e os 29 anos. Ficamos chocados, ficamos angustiados. Mas o que fazemos com o choque e com a angustia que sentimos? Sabemos o quão importante é a literacia em saúde mental, falarmos sobre nós mesmos, sobre o nosso mundo interior, é preciso que as pessoas aprendam coisas sobre elas próprias, aprendam a identificar aquilo que sentem. Somos todos um bocado analfabetos no que toca às emoções. Falamos pouco de saúde mental e entendemos pouco aquilo que sentimos, esta mistura pode ser explosiva, mais ainda nos tempos que vivemos. Restringimos os nossos contactos embora saibamos que as relações que estabelecemos com os outros nos ajudam a viver mais tempo e a viver mais felizes. Ainda existe um preconceito grande em relação à doença mental, ainda se escondem as doenças mentais que ainda se mascaram, não se fala sobre depressão tal como se fala de enxaquecas, ainda se vai mais ao neurologista do que ao psiquiatra, estar numa sala de espera de um consultório de psicologia ainda causa embaraço.

Sabemos que a depressão nas crianças e nos jovens existe e que causa um enorme sofrimento, poucas vezes partilhado e tantas vezes ignorado pelos adultos. Tende-se a achar que uma criança não tem motivos para estar triste e deprimida porque a infância é vista como um período de vida feliz. Na adolescência há uma maior perceção do sofrimento que pode advir do ajustamento necessário às várias mudanças que se enfrentam mas, este sofrimento tende a ser considerado como passageiro e pouco impactante. Não há culpa por sentir tristeza, não há culpa para o desespero. Na verdade, as crianças não só podem sentir grande sofrimento psicológico, como também podem experimentá-lo desde pequenas, e de forma intensa, pois possuem competências menos variadas e eficazes para lidar com aquilo que sentem, têm menos controlo sobre a sua vida e são mais vulneráveis. Igualmente, existe uma diferença significativa entre o desenvolvimento normativo, isto é, natural, de um adolescente e depressão que se apresenta como algo mais severo e disfuncional. É importante considerar as mudanças naturais associadas à idade e etapas de desenvolvimento, de modo a compreender as diferenças entre o normativo e os quadros clínicos. A principal diferença entre as alterações de humor e a perturbação depressiva é que esta última, devido à sua frequência e duração ao longo de diversos dias/semanas, interfere com o funcionamento da criança ou adolescente, em diversas áreas e contextos, perturbando o desempenho das sua atividades diárias. Não é uma fase, não passa nem melhora com o tempo. Exige tratamento e intervenções adequadas. Os comportamentos auto lesivos, a tristeza profunda, o desespero, o choro, as alterações de comportamento, a passividade ou a agressividade precisam de ser valorizadas, precisamos de ouvir, de falar, de estar próximos.

A promoção da saúde mental é cada vez mais necessária e fundamental. Continua a haver défice nas respostas ao nível do tratamento da doença mental, mas existe um défice muito maior ao nível das respostas de prevenção e promoção da saúde mental. As respostas comunitárias são praticamente inexistentes. É importante que se compreenda o sofrimento, que haja capacidade de escuta e empatia, que se observe o comportamento, que se esteja presente e, acima de tudo, que não se julgue.

Rita Diogo, Psicóloga especialista em Psicologia Clínica e da Saúde 

Nacional | Violência contra profissionais de saúde reportadas em 2021

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"Até outubro de 2021, temos 752 situações reportadas na plataforma Notifica da Direção-Geral de Saúde que face ao ano anterior representa um ligeiro aumento de 4%. Mas se voltarmos a 2019 o último ano pré-pandemia estamos a falar de um decréscimo a rondar os 24%", afirmou Sérgio Barata, coordenador do Gabinete de Segurança do Ministério da Saúde.

Segundo os dados, divulgados na apresentação do Plano de Ação para a Prevenção da Violência no Setor da Saúde (PAPVSS), que está a decorrer na Direção-Geral da Saúde, a "grande maioria" destas situações reportadas são de violência psicológica.

"Estamos a falar, por exemplo, de ameaças, de injúrias e estas representaram no ano passado 63%, no ano anterior 66%, e em 2019 57%", adiantou o subintendente da Polícia de Segurança Pública Sérgio Barata.

Relativamente à violência física, afirmou que tem tido uma evolução decrescente. "Se em 2019, representava 23% das situações reportadas, em 2021 representa 17%".

Outra situação que também preocupa as autoridades é a questão do assédio no local de trabalho que, segundo o responsável, em 2021 representou 14% das situações reportadas, quando em 2020 tinha sido 9% e no ano anterior 12%.

Fazendo o retrato das vítimas, Sérgio Barata adiantou que, em 2021, as situações estão "muito repartidas", sendo na casa dos 30% pela categoria profissional de médicos, enfermeiros e assistentes técnicos, embora no último triénio tenham tido "evoluções um pouco distintas".

Em 2019, os reportes dos médicos situavam-se nos 27%, aumentando para 39% no ano seguinte, mas em 2021 desceu para os 31%.

"A classe dos enfermeiros tem vindo ao longo do último triénio a diminuir o número de reportes concretizados: 46% em 2019, 37% em 2020 e 33% 2021", revelou.

Em sentido contrário, os assistentes técnicos têm reportado cada vez mais situações de violência, sendo de 17% em 2019, 18% 2020 e 30% em 2021.

Segundo o responsável, há outras categorias profissionais com um menor número de

notificações registadas, incentivando por isso à notificação, sublinhando que "é essencial" para "destapar esta situação da violência sobre os profissionais de saúde".

O coordenador do plano da Direção-Geral da Saúde, André Biscaia, apresentou um estudo que diz que 50% dos profissionais anualmente eram vítimas de violência, sendo que os dados reportados "estão muito aquém dessa realidade", salientou.

De acordo com Sérgio Barata, os utentes são os "principais agressores" dos profissionais de saúde, mas também "numa percentagem muito significativa" os familiares e os acompanhantes.

Fazendo uma análise mais apurada do indicador dos episódios de violência por milhão de contactos, foi verificada uma diminuição desde 2019.

"Em 2019, tínhamos 16 situações de violência reportada por milhão de contactos. Em 2020, passou para as 13 e, em 2021, temos 11", precisou.

Para esta diminuição, apontou a descida do número de episódios de violência, mas também o número de contactos de atividade assistencial prestada.

Em 2020, houve efetivamente uma diminuição do número de consultas, do número de contactos de enfermagem e isso também terá contribuído para esta redução.

Contudo, em 2021, o aumento da atividade assistencial não foi acompanhado pelo

aumento da violência.

O Plano de Ação para a Prevenção da Violência no Setor da Saúde tem como objetivos prevenir a violência no setor da saúde, abordar adequadamente os episódios de violência, apoiar os profissionais do setor da saúde vítimas de violência e mitigar as consequências da violência no setor da saúde. 

O PAPVSS foi objeto de uma consulta pública ampla que abrangeu, nomeadamente, as ordens profissionais do setor da saúde, auscultação e partilha que importa manter e reforçar.

Fonte: Agência LUSA

NOTA DE IMPRENSA | PSD Baião | Visita às cesteiras de Frende e às bengalas de Gestaçô

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No âmbito da campanha para as eleições legislativas, no passado domingo, os candidatos a deputados à Assembleia da República pelo PSD, com alguns militantes do PSD e da JSD, visitaram alguns dos artesãos Baionenses, que ainda trabalham afincadamente para preservar o nosso património cultural e tão ímpar do nosso concelho.

Tanto as cestas de Frende como as bengalas de Gestaçô, correm sérias dificuldades para garantirem a continuidade desta arte. Em conversa com os artesãos, verificamos a necessidade de apoio logístico e de divulgação, para que estas atividades não se percam no tempo.No caso das cesteiras, existe uma dificuldade acrescida, nomeadamente ao nível do acesso à matéria-prima (piorna), que poderia ser facilmente resilvida.

Tendo em conta as poucas pessoas que o fazem de momento, é de primordial interesse que se impulsione o crescimento do artesanato que ainda está presente no nosso concelho, e se faça dele um negócio rentável, de forma a incutir alguma vontade de aprendizagem nas gerações mais novas, criando todo o ambiente favorável para que este património sejaponto de passagem no nosso cartão de visita.

Estas atividades já foram em tempos a fonte de subsistência de muitas famílas, e nós acreditamos que com o empenho certo o poderão voltar a ser, porque para além de se tratarem de peças com uma beleza excecional, tratam-se também de peças de artesanato com bastante utilidade na vida das pessoas. Não podemos esquecer que nomeadamente as bengalas de Gestaçô, são distribuídas por todo o país, fazendo parte da vida de muitos jovens finalistas na Queima das Fitas.

Se no dia 30 de janeiro, o PSD vencer as eleições legislativas, os nossos candidatos a deputados Ana Raquel Azevedo e Nuno Sá Costa serão eleitos no Parlamento da República, e lutarão por causas como esta com toda a determinação que os caracteriza

ÚLTIMAS NOTÍCIAS | Marco de Canaveses – Apreensão de armas proibidas

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O Comando Territorial do Porto, através dos Postos Territoriais de Amarante e Baião, no dia 15 de janeiro, apreendeu duas armas proibidas, no concelho de Marco de Canaveses.
No âmbito de uma ação de fiscalização rodoviária, no concelho do Marco de Canaveses, os militares da Guarda procederam à fiscalização de duas viaturas, onde o condutor do primeiro veículo, um homem de 27 anos, tinha na sua posse uma faca de abertura automática e, no segundo veículo, o condutor, um homem de 65 anos, tinha na sua bagageira um bastão de fabrico artesanal. No seguimento desta ação os objetos foram apreendidos.
O condutor da primeira viatura foi detido e constituído arguido por posse de arma proibida, e o condutor da segunda viatura foi identificado.
Os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Marco de Canaveses.
A ação contou com o reforço dos Postos Territoriais de Alpendorada, Marco de Canaveses e Vila Meã.
Fonte: GNR

Nota de imprensa | CDU Baião

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No passado dia 16 de Janeiro, a Comissão Concelhia do PCP organizou um almoço convívio na Tasquinha do Vale em Baião que contou com presença de Diana Ferreira, cabeça de lista da CDU pelo circulo eleitoral do Porto às eleições autárquicas de 2022, Lurdes Rodrigues e Bruna Ferreira, também candidatas pelo circulo eleitoral do Porto, outros camaradas das diversas concelhias da região e demais amigos.
Depois da degustação do bom repasto proporcionado pelo restaurante, tomou a palavra Manuel Vilas Boas da Comissão Concelhia do PCP Baião que agradeceu a presença de todos, chamou atenção para a necessidade do voto na CDU no sentido de dar mais força a esta coligação e desejou uma rápida recuperação ao Secretario Geral do PCP Jerónimo de Sousa, recentemente submetido a uma intervenção cirúrgica.
Seguidamente interviu a candidata Diana Ferreira que referiu que é preciso que o povo vote na CDU para que a partir do dia 30 de Janeiro a coligação tenha mais força para manter a direita longe do poder e evitar que o PS tenha uma maioria absoluta e fique de mãos livres para praticar uma politica de estagnação e não uma política de avanços.
Referiu ainda que foi graças á intervenção da CDU que o salário mínimo nacional e as reformas foram aumentadas, que foram repostos direitos aos trabalhadores retirados no tempo da direita e da troika, a gratuitidade dos manuais escolares para todos os estudantes, a gratuitidade das creches e que não se foi mais longe porque o Partido Socialista assim não quis.
Diana Ferreia terminou a sua intervenção dizendo que só com o reforço da CDU poderemos ter um maior aumento de salários, serviços publicos de qualidade, um SNS mais rubusto, uma escola publica para todos, o direito á habitação, melhores transportes públicos, assegurar a dignidade dos idosos, combater a pobreza e as desigualdades que tanto prejudicam o interior do país, uma justiça independente e acessivel a todos, o combate á corrupção,  assegurar justiça fiscal e aliviar os impostos sobre o trabalho e as Micro Pequenas e Medias Empresas, dinamizar o desenvolvimento económico com mais produção nacional, promover um ambiente saudável e reivindicar 1% do Orçamento do Estado para a Cultura.
 
          A Comissão Concelhia do PCP de Baião
 

Natércia Teixeira | Esta é uma história...

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Esta é uma história que não se perdeu na bruma do tempo.
Remonta a uma infância distante de lembranças presentes.
Pese embora nada conter de especial, encerra em si uma
singularidade que lhe permitiu percorrer os caminhos da memória e
chegar até hoje.
Sabem, os que viveram a infância e juventude antes da época do
desperdício, que o trivial de hoje era exceção naqueles tempos,
pelo que chegar-nos a casa uma caixa de sortido fino da
famosíssima Casa Paupério, era um acontecimento.
No que me toca, não tanto pelo gabarito da marca que na altura
nada me dizia, mas pela gula que me despertava a caixa verde, que
suspeitava encerrar raras guloseimas.
A oferta fora feita ao meu pai…um agrado de uma amizade antiga e
estando na família era motivação mais que suficiente para eu
empreender uma operação de charme no sentido de o convencer a
deixar-me abrir a cobiçosa caixa.
Aqueles eram tempos em que o NÃO de um adulto, não carecia de
justificações e a caixa foi fazer companhia às chávenas de chá, a
aguardar, provavelmente, uma qualquer visita especial para ser
aberta.
Passei o dia a mira-la através dos vidros bisotados…a minha
inocência de criança não permitia assimilar aquela mania dos
adultos de guardarem tudo para ocasiões especiais, quando eu
teimava em trazer calçados da loja os sapatos acabados de
comprar, nos dias de festa em que tal sucedia.
A minha mãe, mais tolerante, lá permitia a extravagância…já o meu
pai não apreciava a impetuosidade e vaticinava-lhe motivo de
agruras várias.
Naquela altura da minha vida nada sabia sobre profecias, mas
sabia argumentar com o coração da minha mãe.

Quando ela chegou a casa, entre promessas de apenas querer ver
o conteúdo da caixa e o compromisso de não lhe mexer sem
autorização, lá a convenci a tira-la do louceiro.
A minha mãe, muito mais atenta aos pormenores que o meu pai,
exprimiu de pronto a estranheza pela caixa não estar selada.
Eu, como que hipnotizada, seguia-lhe os movimentos em
expectativa.
A tampa foi cuidadosamente levantada pela mão da minha mãe e a
minha imaginação sentia no ar o sabor das bolachas de
chocolate…até que, com o conteúdo à vista, os meus olhos
arregalaram-se de espanto e a minha mãe explodiu numa
gargalhada incrédula.
Fiquei muda…sem tecer considerações, a minha mãe dirigiu-se
com a caixa para a cozinha, local onde se encontrava o meu pai e
depositou-a na mesa à frente dele.
Ele mostrou-se igualmente surpreendido e concluiu de pronto ter de
ir telefonar ao amigo, gesto nada corriqueiro naqueles tempos e
revelador da deferência que o conteúdo da caixa lhe mereceu.
A minha mãe, meio a sério, meio a brincar, disse:
- Agradece ao teu amigo e à tua filha a teimosia, ou ainda iriamos
ter aqui um problema com ratos!
Naqueles tempos, comida desacautelada em casas de campo,
poderia dar azo a complicações.
Eu continuava muda…muda e desiludida.
A minha mãe, sabedora da esquisitice que me era apanágio, meteu-
se comigo:
-E tu, já que tanto teimaste para abrir a caixa, podes começar a
comer!
Revirei os olhos e só não disparei um “Não gosto disso!” por receio
do meu pai, que não tolerava o meu “nariz de catixa”, como
carinhosamente a minha avó me apelidava e seria muito senhor
para me fazer provar naquele preciso instante uns bocados de
leitão, de peru fumado e outros acepipes cuidadosamente
acomodados na caixa; coisas que para mim não passavam de

porcarias, pese embora à época, nunca tivesse provado nada
daquilo.
De gula desconsolada, deixei os meus pais a apreciarem as
iguarias e saí de fininho… de mãos vazias e mente repleta de
ideias, que com o passar dos anos, amadureceram e acabaram por
me conduzir a grandes epifanias…sobre caixas!
A saber-se:
A aparência da caixa não define o seu conteúdo;
Caixas apelativas podem tornar-se em grandes desilusões;
Há aquelas que não valem o esforço que se empreende para as
abrir e outras que valem a audácia de se lhes provar o conteúdo.
Caixas à parte, razão tinha a minha mãe, essa sim uma mulher
iluminada:
-Importante mesmo é evitarem-se os ratos!
E em bom rigor…as pragas! Aponho eu.

Natércia Teixeira

Nacional | Buzinão contra o aumento do preço dos combustíveis

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Lisboa, 13 jan 2022 (Lusa) – Utentes da Ponte 25 de Abril realizaram hoje de manhã um buzinão contra o aumento do preço dos combustíveis e para exigir que no debate desta noite entre os líderes do PS e do PSD se pronunciem sobre esta matéria.

Em declarações à agência Lusa, o presidente da Associação Democrática de Utentes da 25 de Abril, que convocou o protesto, explicou que o buzinão, que terminou às 09:00, visou mostrar o descontentamento contra o preço dos combustíveis e o aumento galopante dos custos de vida e para chamar a atenção para a falta de debate sobre estas matérias.

“Também hoje, dia 13, queremos exigir que no debate desta noite com os dois candidatos a primeiro-ministro [António Costa, pelo PS, e Rui Rio, pelo PSD, ]se pronunciem sobre esta matéria. Se a questão do custo de vida, se a questão dos combustíveis e do custo vida é para ser travado, se empregaremos o verbo baixar ou se é para continuar com o mitigar que é um verbo insultuoso para as famílias que cada vez estão mais pobres”, disse.

Segundo Aristides Teixeira, estes verbos também são insultuosos para o aparente aumento do salário mínimo nacional.

“Feitas as contas não aconteceu porque hoje as pessoas com este valor do salário atual mínimo nacional têm menos poder económico do que tinham antes, no ano passado”, sublinhou.

Aristides Teixeira quer que os dois candidatos a primeiro-ministro, dos dois maiores partidos, se pronunciem sobre este tema que, na sua opinião, tem estado arredado dos debates.

O secretário-geral do PS e o presidente do PSD protagonizam hoje o único debate entre os dois antes das legislativas de 30 de janeiro, que será transmitido pelas três televisões generalistas.

“Somos também cidadãos eleitores. Para nós é importante que entre na agenda das campanhas eleitoras e sobretudo na agenda dos dois maiores partidos políticos esta questão sobre a qual não se têm pronunciado, como se vivessem noutro planeta e como se nada se passasse e as famílias não tivessem entrado o ano muito mais pobres. Estamos a caminhar para uma maior pobreza relativamente ao ano passado e isso tem de ser mudado”, realçou.

A Associação quer também chamar a atenção para o facto de as empresas terem disparado aumentos dos bens essenciais e não essenciais.

Aristides Teixeira disse ainda que a Associação avançou para este buzinão mesmo em situações adversas.

“A grande maioria das pessoas ainda está em teletrabalho. A partir de dia 17 já o trânsito volta à normalidade, mas mesmo com menos tráfego, os automobilistas não quiserem deixar de demonstrar a sua indignação”, concluiu.

O buzinão realizou-se hoje entre as 08:00 e as 09:00 na Ponte 25 de Abril, que liga as margens norte (Lisboa) e sul (Almada, distrito de Setúbal) do Tejo.

DD // SB

Lusa/Fim

Baião | Associação "Os Alegrinhos" faz sorrir mais um baionense com um gesto solidário

Os Alegrinhos do Ingilde (Baião) ofereceram uma cadeira de rodas elétrica ao Sr. José, contribuindo assim para facilitar a sua vida e a sua mobilidade.

Refere a Associação Desportiva e Cultural do Ingilde - Os Aledrinhos, na sua rede social, que "foi mais um dia marcante para a associação Os Alegrinhos que mais uma vez fez sorrir alguém com um gesto solidário.

O Sr. José, sócio e um grande amigo da nossa associação, que contribui e trabalhou para o crescimento da nossa instituição foi vítima de um acidente de trabalho que o colocou numa cadeira de rodas. Por isso, não poderíamos ficar indiferentes e para possibilitar uma melhor comodidade a vida do Sr. José, com a preciosa ajuda da empresa Byon Solutions, oferecemos-lhe uma cadeira de rodas elétrica.
Um muito obrigada, ao Sr. Tiago Freitas obrigada Byon SolutionsBYON
 
Os Aledrinhos é uma associação constituída em 23/01/2009. A sua sede fica localizada em Baião. Desenvolve a sua atividade principal no âmbito de Associações culturais e recreativas, tendo ainda recentemente organizado e realizado os espetáculos de Natal 2021 em Campelo - Baião. 

BYON é uma empresa especializada em serviços de engenharia na área das telecomunicações e energias.

Com base na qualidade dos primeiros projectos, a empresa atingiu uma grande notoriedade no mercado francês. Desde então, manteve um crescimento contínuo ano após ano, permitindo assim , assinar novos contratos e parcerias diretamente com os principais operadores de telecomunicações franceses.

Atualmente conta com três centros de Engenharia em Portugal e sete centros operacionais em França.

Pode ser uma imagem de texto que diz "BUN Powered by Solutions30"
Pode ser uma imagem de 8 pessoas, pessoas a tocar instrumentos musicais, pessoas em pé e ao ar livre
Pode ser uma imagem de 16 pessoas, pessoas em pé, pessoas a tocar instrumentos musicais e ao ar livre
Pode ser uma imagem de 4 pessoas e pessoas em pé
 

 

Está aberto o procedimento concursal para a GNR, até dia 18 de janeiro

Poderás aceder aqui à informação essencial sobre este procedimento concursal
Está aberto o procedimento concursal para constituição de reserva de recrutamento, para admissão ao Curso de Formação de Guardas da GNR.
O concurso encontra-se aberto pelo prazo de 10 dias úteis.

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Consulta as condições de acesso em: https://recrutamento.gnr.pt/
 
 
 

Contactos

Morada: Calçada Barbadinhos 7(Sta.Apolónia)1149-064 Lisboa
Telefone: 808200247
Email: recrutamento@gnr.pt
 
 

Condições de Acesso

 

PARA O CURSO DE FORMAÇÃO DE GUARDAS:
    • Ter nacionalidade portuguesa;
    • Possuir qualidades morais e comportamento cívico que se ajustem às características expressas no n.º 2 do artigo 3.º do EMGNR;
    • Não ter sido condenado por qualquer crime praticado com dolo;
    • Não ter menos de 18 nem ter completado 27 anos de idade em 31 de dezembro do ano de publicação do aviso de abertura do concurso no Diário da República;(*)
    • Ter reconhecida aptidão física e psíquica e cumprido as leis de vacinação obrigatória;
    • Ter como habilitações literárias mínimas o 12.º ano de escolaridade ou equivalente, a que corresponde o nível 3 ou 4 de qualificação do Sistema Nacional de Qualificações;
    • Não estar inibido do exercício de funções públicas ou interdito para o exercício das funções a que se candidata;
    • Estar, no caso de se encontrar a prestar ou ter prestado serviço militar efetivo, na situação disciplinar exigida nas condições especiais de admissão ao concurso;
    • Sendo militar em regime de contrato ou voluntariado, ser autorizado a concorrer e a ser admitido na Guarda pelo respetivo chefe de estado-maior;
    • Não estar abrangido pelo estatuto de objetor de consciência;
    • Tendo cumprido a Lei do Serviço Militar,não ter sido julgado como incapaz para o serviço militar,nem ter sido considerado inapto na respetiva junta de recensamento,ou tendo sido julgado incapaz ou inapto,as causas objetivas entretanto tenham sido sanadas;
    • Não ter prestado serviço militar nas Forças Armadas, nos regimes de contrato ou voluntariado, como oficial;
    • Ter, no mínimo, 1,60 m de altura, se for candidato feminino e 1,65 m, se for candidato masculino (requisito verificado em exame médico);
    • Para os candidatos que prestaram ou estejam a prestar serviço militar em RC ou RV, não ter sofrido qualquer punição disciplinar igual ou superior a 10 dias de detenção e/ou proibição de saída;
    • Não ter sido dispensado da frequência de cursos de formação de guardas anteriores, nos termos dos n.ºs 1 e 2 do artigo 245.º do EMGNR;
    • Não ter sido eliminado dos estabelecimentos de ensino militar ou das forças ou serviços de segurança, por motivos disciplinares ou por incapacidade para o serviço;
    • Não ostentar tatuagens, "piercings" ou outras formas de arte corporal que sejam visíveis.

    • (*) Nos termos do Regulamento de Incentivos à Prestação de Serviço Militar, os candidatos que prestaram ou estejam a prestar serviço militar em RC ou RV, o tempo de serviço é abatido à idade cronológica, até ao limite de 4 anos.

PARA O INGRESSO NA CARREIRA E CATEGORIA DE GUARDA-FLORESTAL:
    • Ter nacionalidade portuguesa, quando não dispensada pela Constituição, por convenção internacional ou por lei especial;
    • Não estar inibido do exercício de funções públicas ou interdito para o exercício daquelas que se propõe desempenhar;
    • Não ter menos de 18, nem ter completado 27 anos de idade, em 31 de dezembro do ano de publicação do aviso de abertura do concurso no Diário da República;(*)
    • Ter aptidão física e psíquica para o desempenho da função e cumprido as leis de vacinação obrigatória;
    • Ter como habilitações literárias mínimas o 12.º ano de escolaridade ou equivalente;
    • Não estar abrangido pelo estatuto de objetor de consciência.
    • Ter, no mínimo, 1,60 m de altura;
    • Não ter reprovado mais de uma vez em anterior curso de formação de guardas-florestais ou não ter sido eliminado por falta de mérito ou sanção disciplinar;
    • Não ter sido eliminado dos estabelecimentos de ensino militar ou das forças ou serviços de segurança, por motivos disciplinares ou por incapacidade para o serviço.

    • (*) Nos termos do Regulamento de Incentivos à Prestação de Serviço Militar, os candidatos que prestaram ou estejam a prestar serviço militar em RC ou RV, o tempo de serviço é abatido à idade cronológica, até ao limite de 4 anos.
 
 
 
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