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BAIÃO CANAL | Jornal N.º 9 - Junho 2021

BAIÃO CANAL | Jornal N.º 9 - Junho 2021

NACIONAL | ÚLTIMAS | BAIÃO CANAL

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Conselho de ministros: Novas medidas
Escolas fechadas durante 15 dias
Principais alterações:
Encerramento das lojas do cidadão, mantendo-se apenas o atendimento por marcação noutros serviços públicos;
interrupção de todas as atividades letivas durante os próximos 15 dias. Devidamente compensada no calendário escolar da forma que o ministro da Educação irá ajustar.”
Suspensos os prazos de todos os processos não urgentes nos tribunais;
Apoio famílias: os pais terão as faltas justificadas ao trabalho e apoio idêntico ao que foi dado na primeira fase do confinamento.
“Lista dos serviços essenciais já foi definida no primeiro confinamento e são exatamente os mesmos”, diz Costa, salientando que são esses os serviços em que os trabalhadores cujos filhos terão direito a acesso a escolhas de acolhimento, que ficarão abertas.
Os apoios às famílias que tenham de ficar com os filhos em casa correspondem a 66% do vencimento.
ficarão abertas as escolas de acolhimento para crianças com idade igual ou inferior a 12 anos cujos país trabalham em serviços essenciais. Mais: continuarão a ser asseguradas as refeições a crianças que beneficiam de ação social escolar. Atividades para crianças com necessidades educativas especiais também não sofrerão interrupção.

https://www.youtube.com/watch?v=Zqk6TqXw_gM

 

BAIÃO CANAL

NACIONAL | ÚLTIMAS | BAIÃO CANAL | Mecanismos de apoio no âmbito do estado de emergência

diario republicaDecreto-Lei n.º 6-E/2021, de 15 de janeiro, que procede à criação de medidas extraordinárias de apoio a trabalhadores e à atividade económica, aos contribuintes, ao setor da cultura, aos consumidores e ao comércio, no contexto do estado de emergência. Entrada em vigor: 16 de janeiro de 2021. Produção de efeitos: 15 de janeiro de 2021. Os artigos 2.º- Apoios à manutenção dos contratos de trabalho - e 3.º - Extensão de medidas extraordinárias de apoio  produzem efeitos durante a suspensão de atividades ou o encerramento de instalações e estabelecimentos por determinação legislativa ou administrativa de fonte governamental, enquanto o artigo 6.º - Suspensão dos processos de execução fiscal - produz efeitos a partir do dia 1 de janeiro de 2021.

José Pereira

NACIONAL | ÚLTIMAS | Abrantes Serra

 

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Capitão de Abril, Abrantes Serra, faleceu na noite de ontem com 82 anos
O capitão-tenente, notabilizou-se por ajudar a libertar presos do 25 de Abril e por ter ocupado e desarmado a escola de fuzileiros na noite de Abril de 74
Em declarações à Lusa, o comandante Martins Guerreiro, militar do Movimento das Forças Armadas (MFA), que derrubou a ditadura, em 1974, e membro do Conselho da Revolução, lembra Abrantes Serra como uma pessoa “sóbria e discreta, “um apaziguador”.
José Júlio Abrantes Serra, que era capitão-tenente e tinha 36 anos em 1974, também ficou conhecido por ter ocupado, desarmado, a escola de fuzileiros na noite do golpe, porque o comandante da unidade, Rocha Calhordas, apesar de não aderido ao MFA, “era muito boa pessoa” e foi para o quarto, sem criar problemas, recordou o próprio numa entrevista à Antena 1, em 2014, numa série intitulada “Heróis Anónimos da Revolução dos Cravos”.
No dia do golpe do MFA, esperou, nos morros junto à então Ponte Salazar, rebatizada Ponte 25 de Abril, para ouvir a senha “E depois do adeus” na rádio para “tomar conta” da escola de fuzileiros, em Vale de Zebro, no Barreiro (Setúbal).
No dia 25 de abril de 1974, chegou a ter por missão reforçar a ocupação da sede da polícia política, a PIDE/DGS, em Lisboa, mas a sua companhia foi enviada “a correr” para o forte de Caxias, Algés.
Aí, já na madrugada de 26 de abril, assistiu à libertação de presos políticos como Palma Inácio (1922-2009), líder da Luar, que foi encontrar a fazer ginástica na cela, ou José Manuel Tengarrinha (1932-2018), fundador do Movimento Democrático Português (MDP).
Presenciou a libertação de presos e deteve agentes da DGS, “eram uns seis ou sete”, que estavam “admirados de não ter aparecido ninguém”, afirmou Abrantes Serra, no depoimento dado à jornalista Maria Flor Pedroso, em 1974.
Martins Guerreiro recorda Abrantes Serra, que esteve com ele no gabinete do Chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA), como uma pessoa sóbria e discreta, “um apaziguador”, traço importante quando os militares, nessa altura conturbada, faziam visitas a unidades militares ou empresas para “tentar acalmar a agitação social”.
O funeral de Abrantes Serra realiza-se em 26 de janeiro, no crematório do Feijó, Almada, pelas 13:30.