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BAIÃO CANAL - Jornal

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Associação José Afonso 𝗝𝗼𝘀𝗲́ 𝗔𝗳𝗼𝗻𝘀𝗼 - 𝗢𝗯𝗿𝗮 𝗽𝗼𝗲́𝘁𝗶𝗰𝗮

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«A presente edição reflete pequenos ajustamentos de atualização da obra, introduz quatro poemas não publicados nas edições anteriores, agrega os textos de canções e outros poemas, mantendo a sua ordenação cronológica, conforme foi a vontade de José Afonso para a primeira edição. […] Curiosamente, como se a ordem cronológica dos poemas desse um sentido inverso ao destino, o seu primeiro poema, “Pela Quietude das Tuas Mãos Unidas”, é uma profunda reflexão sobre a tristeza e o mistério da morte, e o último, “Alegria da Criação” (1985), é uma reflexão sobre a vida e a alegria da criação, sobre aquele sopro inicial que temporariamente nos visita e nos faz renascer através da inquietação e do desassossego.» [Do Prefácio de Jorge Abegão]

Rita Diogo | Viver abril, hoje e sempre.

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Eu e a democracia em Portugal somos já de meia idade. Se ainda considero que sou nova, que “estou aqui para as curvas e que a idade não me pesa”, tenho que considerar igualmente nova a nossa democracia. Temos ambas muito para crescer e consolidar.

Nasci em 1975, nasci e cresci em liberdade mas conheço a história do meu país, aprendi-a na escola, na família e na minha comunidade, tive felizmente esta oportunidade. Sou mulher, sou livre. Graças à revolução, posso estudar, pude frequentar uma escola pública, vivo do meu salário, posso votar, posso sair do país, viajar, sem o consentimento do meu marido, posso mobilizar-me contra o conservadorismo e fazer-me ouvir, posso abortar em segurança (ainda que recentemente tenham surgido “hospitais amigos dos bebés” que colocam em perigo este direito), tenho acesso a um serviço de saúde gratuito e universal (a fraquejar e cada vez com maiores dificuldades) e tanto mais que abril me deu, que abril nos deu! Só sei viver em liberdade, não conheço outra forma de estar na vida e que sorte a minha, que sorte a de todos e todas nós. Esta sorte foi fruto da luta de tantos e de tantas que marcharam um dia contra a opressão, contra a censura. O 25 de abril restituiu-nos as escolhas, as vozes, as opiniões, todas as cores, todos os formatos de vida.Em 1970, 26% da população era analfabeta e uma em cada três mulheres não sabia ler nem escrever. Em 1971, só 3% da população tinha frequentado o ensino superior. O Código Civil estabelecia que “a falta de virgindade da mulher ao tempo do casamento podia ser motivo para a sua anulação. Os contracetivos não podiam ser tomados contra a vontade do marido, que podia alegar este facto para pedir o divórcio. O aborto era punido com prisão.Os maridos podiam impedir que as esposas trabalhassem e algumas profissões (magistratura judicial, o ministério público, a diplomacia e as forças de segurança) estavam vedadas às mulheres. Só as mulheres solteiras é que podiam ser enfermeiras, telefonistas ou hospedeiras.O Código Civil de 1966 estabelecia que os maridos tinham o direito de abrir a correspondência das mulheres, norma que só foi alterada em 1976. Não, naquele tempo não era bom! Era muito perigoso ser Mulher!Estamos tão habituadas a viver em liberdade que não imaginamos o que seria viver sem ela, mas nada pode ser dado como adquirido. Todos os dias os nossos direitos perigam, não esqueçamos isto.

Há quarenta e nove anos, em vésperas do 25 de Abril, Portugal era um país anacrónico, pobre, com medo. Travava-se uma guerra colonial em três frentes africanas que durou 13 anos, entre 1961 e 1974. Qual era a família que não via partir os seus rapazes com mais de 18 anos? 10 000 soldados mortos e mais 20 000 inválidos, com mais de 100 000 vítimas civis. Durante os anos de guerra colonial, cerca de 90% da população jovem masculina estava no combate. Para os jovens de hoje será talvez difícil imaginar o que era viver neste Portugal de então, onde era rara a família que não tinha alguém a combater em África, o serviço militar durava quatro anos, a expressão pública de opiniões contra o regime e contra a guerra era severamente reprimida, os partidos e movimentos políticos estavam proibidos, as prisões políticas cheias, os líderes da oposição ao regime estavam exilados, os sindicatos fortemente controlados, a greve interdita, o despedimento facilitado, a vida cultural era parca e sob vigilância.

Felizmente posso falar da minha experiência pós 25 de Abril, pois graças à Revolução dos Cravos podemos hoje usufruir de uma liberdade de expressão que não existia.  Inúmeros são os símbolos da liberdade alcançada com uma revolução pacífica, sem confrontos nem baixas civis. Este é um dos grandes orgulhos de ser portuguesa: alcançar a liberdade através de uma revolução pacífica, facto quase inédito para qualquer cidadão do mundo.

Há tanto abril por cumprir. É fundamental não deixar esquecer a história de revolução, mantendo-a viva na memória coletiva e lembrar todos os dias que a palavra é uma arma. Sem o 25 de abril ser-me-ia vedada a oportunidade de escrever crónicas como esta!

Igreja de Gondar recebe concerto da Orquestra da Costa Atlântica

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O quarto concerto do ciclo de música de câmara da Orquestra da Costa Atlântica (OCA) na Rota do Românico está agendado para o próximo sábado, 20 de janeiro, às 21h30, na Igreja de Santa Maria de Gondar, em Amarante.

Na temporada de 2023-24, o ciclo de música de câmara da OCA desenvolve-se sob o mote “Portugal e o Mundo: Encontro de Culturas na Música Erudita”.

Com a curadoria artística do maestro Luis Miguel Clemente, o ciclo apresenta uma mescla de compositores e autores de diversos estilos e nacionalidades.

No concerto na igreja românica de Gondar, de entrada livre, o quarteto de cordas da OCA vai explorar as sonoridades das obras “Cenas da Montanha”, de José Vianna da Motta, e “Op. 18 Nr. 6”, de Ludwig van Beethoven, com a interpretação dos músicos Jorman Torres e David Lloyd, nos violinos, Jorge Alves, na viola d’arco, e António Ferreira, no violoncelo.

A primeira apresentação do ciclo de música de câmara da OCA na Rota do Românico decorreu, em 28 de janeiro de 2023, no Centro de Interpretação do Românico, em Lousada, a segunda, a 25 de março, na Igreja de São Martinho de Soalhães, Marco de Canaveses, e a terceira, a 20 de maio, na Igreja de Santa Maria de Sardoura, Castelo de Paiva.

A Orquestra da Costa Atlântica, fundada em 2015 e com sede em Esposende, agrega instrumentistas de elevado nível técnico e artístico numa formação de singular excelência no panorama musical português.

A Rota do Românico reúne, atualmente, 58 monumentos e dois centros de interpretação, distribuídos por 12 municípios dos vales do Sousa, Douro e Tâmega (Amarante, Baião, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Cinfães, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira, Paredes, Penafiel e Resende).

As principais áreas de intervenção da Rota do Românico abrangem a investigação científica, a conservação do património, a dinamização cultural, a educação patrimonial e a promoção turística.

Nota de Imprensa | Aquisição de novos equipamentos reforça incentivo do município  à prática desportiva

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A Câmara Municipal de Baião, através do pelouro do Desporto, apostada no fomento da atividade física e desportiva dos baioneses, fez, em 2023, vários investimentos em equipamentos e materiais destinados a proporcionar as melhores condições em diversas modalidades. Deste modo, a autarquia assume a sua intenção de dar continuidade ao reconhecimento como “Município Amigo do Desporto”.

Tendo em conta os benefícios da atividade física para a nossa comunidade, pretendemos continuar a criar condições e incentivos para que os baionenses possam ter um estilo de vida ativo, logo mais saudável, com todos os benefícios que essa opção implica na sua qualidade de vida. É neste sentido que direcionamos a nossa ação, e os equipamentos que adquirimos ao melhorarem as condições para a atividade física, são impulsionadores da adoção de boas práticas por parte dos baionenses”, explicou Filipe Fonseca, vice-presidente da Câmara de Baião, vereador responsável pelo pelouro do Desporto.

No contexto da criação de uma ambiência favorável e de condições incentivadoras de uma vida quotidiana mais ativa e saudável para os baionenses, através da atividade física e desportiva, o Município adquiriu, em 2023, diverso material didático desde equipamento de som e kits de apoio à prática de diversas modalidades, com destaque para as balizas oficiais de Polo Aquático que permitem dar resposta a uma nova modalidade federada que é desenvolvida pela Associação Cultural e Recreativa (ACR) de Santa Cruz do Douro.

O Município enquadra ainda os investimentos no apoio concedido ao movimento associativo e à concretização dos seus planos de atividades. Recorde-se que, neste mandato, além do Polo Aquático, a Patinagem foi outra modalidade a entrar em competição, no âmbito de um protocolo celebrado com a Casa do Povo de Soalhães, que permitiu já a inscrição de atletas na Federação Portuguesa de Patinagem.  

O vereador responsável pelo Desporto do Município assegura que a aposta na atividade física e no desporto continuará a ser uma das prioridades do executivo, estando já em desenvolvimento outros investimentos conducentes ao incentivo e promoção do bem-estar e da qualidade de vida dos baionenses.   

Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto | [Livro já está disponível] O SILÊNCIO DOS MENINOS MORTOS

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O SILÊNCIO DOS MENINOS MORTOS
Preço PVP 13 euros (com desconto para sócios)
E depois de Gaza, é possível ainda a poesia? Mais de quatro dezenas de autores portugueses, convidados pela Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, respondem a essa dúvida perturbadora, levantada pela primeira vez por Adorno a propósito de Auschwitz. Vozes distintas, de gerações diferentes, juntam-se na denúncia a uma guerra que, em poucas semanas, matou milhares de palestinianos, e no rol das vítimas mortais há, até ao momento, dez mil crianças. Barbárie impensável, inadmissível, num mundo dito civilizado. “E que palavra em ídiche revela a vergonha que não têm os judeus/ Para, setenta e cinco anos depois da libertação de Auschwitz,/ Tolerarem os crimes que o estado de Israel multiplica?” – questiona o poeta Amadeu Baptista.
Autores que participam na obra: A. DaSilva O., Alexandre Teixeira Mendes, Amadeu Baptista, Aníbal C. Pires, Augusto Baptista, César Príncipe, Domingos da Mota, Domingos Lobo, Eugénia Soares Lopes, Francisco Duarte Mangas, Ivo Machado, Inês Lourenço, João Pedro Mésseder, João Rios, José da Cruz Santos, José do Carmo Francisco, José Efe, José Manuel Teixeira da Silva, José Miguel Braga, José Queiroga, José Viale Moutinho, José Vigário Santos Silva, Juan T. Pomar, Júlio Roldão, Luís Serrano, Manuel Maria Aboim, Manuel Silva-Terra, Maria João Cantinho, Maurício de Sousa, Miguel Marques, Minês Castanheira, Nuno F. Silva, Nuno Higino, Óscar Possacos, Pedro Estorninho, Pedro Teixeira Neves, Raquel Patriarca, Ricardo Guimarães, Rui Almeida, Sérgio Almeida, Teresa Alvarez, Vítor Oliveira Jorge.

Más condições climatéricas acentuaram anomalias do Pavilhão Multiusos e impossibilitam a utilização do recinto principal

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Sala de aquecimento, nesta fase, mantém-se em funcionamento.

Os ventos fortes que se fizeram sentir em meados de dezembro provocaram ainda mais danos na cobertura do Pavilhão Multiusos, evidenciando e agravando as debilidades que a estrutura já apresentava. Uma situação que, neste momento, torna impossível a prática de qualquer modalidade no seu recinto principal. Recorde-se que a atividade desportiva neste equipamento, ao longo dos anos, tem registado alguns episódios pontuais de suspensão, devido aos problemas de isolamento da cobertura, sendo que, com este agravamento, não se apresenta outra possibilidade que não seja a suspensão de todas as atividades até à realização da Obra de Requalificação do Edifício, que se prevê possa iniciar-se ainda no primeiro trimestre deste ano.

 Nesta fase, ainda é possível manter em funcionamento a Sala de Aquecimento, onde decorrerão as aulas de Dança e de KickBoxing até ao início dos trabalhos.

O vice-presidente da Câmara, responsável pelos pelouros do Associativismo e Desporto, Juventude, e Proteção Civil, Filipe Fonseca, explicou que “a segurança estará sempre na linha da frente das nossas preocupações. A infraestrutura, que não tem vindo a ser disponibilizada para a prática de qualquer modalidade, sofreu nova deterioração no decorrer do mês de dezembro e, apesar das nossas tentativas de minimizar os estragos para tornar viável a sua utilização, até ao momento, não foi possível. No decorrer do último fim de semana, as chuvas que se fizeram sentir, contribuíram para o agravamento da situação, levando-nos a tomar a decisão de suspender as atividades até à realização da Obra de Requalificação do Pavilhão”, explicou o autarca.

O Pavilhão Multiusos é um equipamento de grande importância para Baião, acolhendo atividades diárias, desportivas e lúdicas, além de outro tipo de eventos e encontros da nossa comunidade, e mesmo de entidades externas que nos têm solicitado a sua utilização. Por isso, pretendemos que, no mais breve prazo possível, volte a estar completamente disponível, beneficiando de todas as condições de segurança, funcionalidade e conforto para usufruto dos baionenses”, esclareceu o vice-presidente da Câmara.  

Filipe Fonseca lembrou ainda tratar-se de um equipamento que, desde a sua inauguração, em 2005, revelou problemas de construção, o que obrigou à realização de sucessivas intervenções, que nunca resolveram em definitivo as deficiências que têm vindo a agudizar-se.

No que respeita ao avanço das obras, prevê-se que nos próximos dias possa ser lançada a empreitada.

A obra vai permitir requalificar o equipamento, numa intervenção de reparação e conservação ao nível da cobertura, das paredes exteriores e dos espaços interiores que se encontram degradados, estando previstos ainda melhoramentos na eficiência energética e condições térmicas e acústicas.

 

AJA Norte - Núcleo da Associação José Afonso | Macaréu.

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No passado Sábado, dia 13 de Janeiro, a Macaréu - Associação Cultural encheu para a iniciativa da AJA Norte "Abril no caminho dos 50 anos - PIDE, Prisões, Tortura".
A sessão principiou com uma leitura encenada pelo Colectivo AJAquemDiga, leitura essa que, numa intertextualidade extremamente bem conseguida, juntou a peça de Hélder Costa "O Congresso dos PIDEs" e o livro de Aurora Gomes "Gente Comum – Uma história na PIDE". A apresentação foi também ela elevada por pontuais momentos musicais a cargo de Ana Ribeiro.
De seguida, o painel de intervenientes compôs-se com a presença de José Machado Castro e Jorge Carvalho (Pisco), numa conversa conduzida por Gustavo Rebolho. O conjunto de depoimentos, histórias e memórias ali partilhados terão indubitavelmente tocado toda a audiência. Assim, começamos por lhes deixar um sincero agradecimento, por nos terem levado com eles numa viagem pelas suas vidas de há 50 anos, com tudo o que isso implica.
Agradecemos também à Macaréu pela cedência do espaço e por todo o apoio prestado na organização da actividade, contando que esta parceria se renove num futuro próximo.
"Não podemos deixar também de agradecer aos companheiros e companheiras do Colectivo AJAquemDIGA que, acompanhados pela Ana Ribeiro, nos brindaram com as suas artes.
Por fim, a todas e todos que encheram a Macaréu (e foram muitos!), deixamos também o nosso sentido agradecimento.
Iniciativas como esta engrandecem-se quando há gente que as faz acontecer, quando há gente para as acolher e, acima de tudo, quando há quem delas queria desfrutar. A todos vós, até à próxima."
Para a AJA Norte a memória nunca se apagará!

Lançamento da Campanha “Viajar sem pressa”

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A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Polícia de Segurança Pública (PSP) lançam amanhã, dia 16 de janeiro, a Campanha de Segurança Rodoviária “Viajar sem pressa”, inserida no Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2024.
A decorrer entre os dias 16 e 22 de janeiro, a campanha tem como objetivo alertar os condutores para os riscos da condução em excesso de velocidade, dado que esta é uma das principais causas dos acidentes nas estradas e é responsável por mais de 60% das infrações registadas.
Num atropelamento, a probabilidade de existirem vítimas mortais aumenta em função da
velocidade a que circulam os veículos.
Se um veículo circular a 30 km/h, a probabilidade das consequências de um atropelamento serem mortais é de 10%. Aumentando a velocidade para 50 km/h, a probabilidade passa a ser de 80%.
A campanha “Viajar sem pressa” integrará:
▪ Ações de sensibilização da ANSR em território continental e dos serviços das administrações regionais da Região Autónoma dos Açores e da Região Autónoma da Madeira;
▪ Operações de fiscalização, pela GNR e pela PSP, com especial incidência em vias e acessos com elevado fluxo rodoviário e de acordo com o PNF de 2024, de forma a contribuir para a diminuição do risco de ocorrência de acidentes e para a adoção de comportamentos mais seguros por parte dos condutores no que respeita à condução em excesso de velocidade.
As ações de sensibilização ocorrerão em simultâneo com operações de fiscalização nas seguintes localidades:
• Dia 16 de janeiro, às 08h00: EN379 - Maçã - KM 13+000, Sesimbra;
• Dia 17 de janeiro, às 13H30: Av. Infante Dom Henrique, após a Av. Marechal Gomes da
Costa e a Decathlon e antes de chegar à rotunda de acesso à Av. Marechal António Spínola – Lisboa;
• Dia 18 de janeiro, às 08h00: Rotunda Acesso A21 – Malveira;
• Dia 19 de janeiro, às 08H00: Rua António Sérgio – Santo António dos Cavaleiros;
• Dia 22 de janeiro, às 08h00: A33 - Sentido decrescente - Km 0 - Rotunda das Casas Velhas – Almada.

A ANSR, a GNR e a PSP relembram que a condução em excesso de velocidade é um risco para a sua segurança e dos outros:
• A velocidade é a principal causa de um terço de todos os acidentes mortais;
• Quanto mais rápido conduzimos, menos tempo dispomos para imobilizar o veículo,
quando algo de inesperado acontece;
• Numa viagem de 20 km, aumentar a velocidade de 50 para 60 km/hora, permite ganhar
apenas 4 minutos. Viaje sem pressa.
Esta é a primeira das 12 campanhas de sensibilização e de fiscalização planeadas para este ano no âmbito do PNF de 2024. Até ao final do ano serão realizadas mais 11 campanhas, uma por mês, com ações de sensibilização e de fiscalização.
As campanhas inseridas nos planos nacionais de fiscalização são realizadas anualmente pela ANSR, GNR e PSP, desde 2020, com temáticas definidas com base nas recomendações europeias estabelecidas para cada um dos anos.
O PNF de 2023 consagrou como prioritário os temas Velocidade, Álcool, Acessórios de segurança e Telemóvel.
Relativamente a 2024, para além dos quatro temas acima referidos, foi ainda adicionado um novo capítulo sobre a fiscalização dos veículos de duas rodas a motor.
A sinistralidade rodoviária não é uma fatalidade e as suas consequências mais graves podem ser evitadas através da adoção de comportamentos seguros na estrada.

Preço dos combustíveis semana 15 a 21 de janeiro 2024

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O preço médio do gasóleo deverá subir 0.25 cêntimo por litro. Na gasolina simples 95, as previsões apontam para a descida do  preço em 0.25 cêntimos .

Caso se confirmem as previsões para a próxima semana, o preço médio do gasóleo simples deverá fixar-se nos 1,555 €/l enquanto o da gasolina simples 95 deverá descer para 1,640.

PSP - Comando Metropolitano do Porto | Apreensão de estupefacientes na cidade do Porto

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No dia 11 de janeiro, no largo de Mompiller, na cidade do Porto, polícias do efetivo do Programa Escola Segura da 1.ª Divisão Policial no âmbito do combate ao consumo e tráfico de estupefacientes em contexto escolar, procederam à apreensão de estupefaciente denominado Haxixe suficiente para cerca de 1.258 doses individuais.

CALÇADAS, ESCADAS E VIELAS-Lourdes dos Anjos.

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O velho Porto é feito
De calçadas e vielas,
De roupa a coscuvilhar nas janelas,
De telhados gémeos,
De alminhas com flores e velas.
O velho Porto continua
Por escadarias de granito,
Por degraus gastos e incertos,
Por portais que não se fecham,
Por ilhas sem rio nem mar.
O Porto há-de ser sempre
Um estranho segredo a desvendar,
Um misto de paz e de guerra,
Um silêncio e um grito
Uma coroa de água cinzelada
Um abraço apertado,
Um coração fatigado,
Um raio de sol ferido,
Um Porto enevoado e sentido.
in O PORTO NAS NOSSAS MÃOS

Museu do Aljube Resistência e Liberdade 21 h | DEBATE 27 JAN – SÁB, 15H

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"(Re)Pensar a Contestação Social nos 50 anos do 25 de Abril: entre a Economia Política e a Democracia" é o debate que acolhemos no dia 27 de janeiro, pelas 15h.
“O 7º Encontro Anual de Economia Política – Economia Política e Democracia: reimaginar o mundo nos 50 anos do 25 de Abril – promove na linha de Encontros anteriores um espaço de debate, que se quer mais aberto a todos os públicos, incluindo interlocutores de diversos movimentos sociais recentes. Tendo em conta o atual momento de contestação, é importante entender quais as questões que originam as várias lutas presentes."
 Para discutir estas questões, teremos connosco:
» André Carmo, Sindicato dos Professores da Grande Lisboa / FENPROF
» Ana Gago, Associação Habita
» Bruno Maia, Centro Hospitalar Universitário Lisboa Central
» Miguel Jerónimo, GEOTA – Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente
» Vítor Sanches, Bazofo & Dentu Zona
» Sandra Monteiro, Le Monde Diplomatique (moderação)

Núcleo AJA Lisboa - Associação José Afonso | 𝗢 𝗾𝘂𝗲 𝗳𝗮𝘇 𝗳𝗮𝗹𝘁𝗮 𝗲́ 𝗮𝘃𝗶𝘀𝗮𝗿 𝗮 𝗺𝗮𝗹𝘁𝗮!

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No dia 𝟏𝟖 𝐝𝐞 𝐣𝐚𝐧𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐚̀𝐬 𝟏𝟗𝐡, o Núcleo AJA Lisboa – Associação José Afonso recebe a inauguração da 𝐞𝐱𝐩𝐨𝐬𝐢𝐜̧𝐚̃𝐨 “𝐌𝐞𝐦𝐨́𝐫𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐮𝐦 𝐁𝐚𝐢𝐫𝐫𝐨” com fotografias de 𝐌𝐚𝐫𝐢𝐚 𝐕𝐢𝐭𝐨́𝐫𝐢𝐚 𝐕𝐚𝐳 𝐏𝐚𝐭𝐨.
Segue-se um 𝐝𝐞𝐛𝐚𝐭𝐞 sobre o estado da habitação que conta com a presença da autora, bem como de 𝐉𝐨𝐚̃𝐨 𝐁𝐢𝐬𝐜𝐚𝐢𝐚 (jornalista do Setenta e Quatro) e 𝐌𝐚𝐫𝐢𝐚 𝐉𝐨𝐚̃𝐨 𝐂𝐨𝐬𝐭𝐚 (fundadora do coletivo Habita).
As fotografias apresentadas têm como foco o bairro da Quinta da Serra, habitado por uma extensa comunidade de emigrantes, antes da sua demolição em meados dos anos 90.
Sobre o trabalho de campo, Maria Vitória Vaz Pato recorda: “Cerca de 4.000 pessoas aí viveram. O realojamento previsto, a terminar em 1997, atrasava-se. O bairro, aquando deste registo fotográfico em janeiro de 1998, é um espaço salpicado de escombros e de lixo, resultante dos derrubamentos, após a saída dos que, entretanto, já tinham sido instalados. Contudo, o bairro, neste seu último mês, ainda mantém alguns espaços de convívio que são justamente os que registei”.
𝑽𝒆𝒎 𝒆 𝒕𝒓𝒂𝒛 𝒐𝒖𝒕𝒓𝒐 𝒂𝒎𝒊𝒈𝒐 𝒕𝒂𝒎𝒃𝒆́𝒎

MACC Baião apresenta exposição de fotografia de Renate Graf “Graças aos Deuses”

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O Mosteiro de Ancede Centro Cultural Baião (MACC) acolhe, desde o passado sábado, dia 6 de janeiro, mais uma exposição internacional, desta vez de fotografia da autoria de Renate Graf, com o título “Graças aos Deuses”, composta por 48 obras. A artista austríaca trabalha maioritariamente com fotografia analógica e tiragens a preto e branco, produzindo imagens de grandes formatos, reveladas em câmara escura através de processos tradicionais.

            A vereadora da Cultura da Câmara Municipal, Anabela Cardoso, sublinha que se trata de “mais uma excelente exposição, em linha com a qualidade dos eventos que temos vindo a promover no MACC Baião e em outros espaços culturais do concelho, e que continuamos a reforçar, consolidando a dinâmica que preconizamos no âmbito da promoção cultural, que vai muito além das fronteiras do nosso concelho e da região, projetando-se a nível internacional”, sublinhou a autarca.  

            Renate Graf é uma das grandes referências mundiais da fotografia. O seu trabalho encontrou na literatura e na poesia a inspiração para se dedicar à fotografia, uma vez que, durante as suas leituras, determinadas imagens surgem na sua mente, levando-a a documentar o que lê através da imagem fotográfica.

            De acordo com as suas notas biográficas, escritores e poetas como Fernando Pessoa, Rainer Maria Rilke, Tagore, T. Eliot, Edmond Jabès, Paul Valéry e Herman Broch são uma fonte constante de inspiração.

O cinema também desempenha um papel importante no seu trabalho, tendo em diretores de cinema como Wim Wenders, Jean-Luc Godard, Werner Herzog, Visconti e Tarkovsky, referências importantes para criar, através de seu olhar, imagens únicas.  

             Sobre o seu trabalho, referiu que não é “fotógrafa, no sentido clássico. As minhas imagens existem para servir um propósito diferente do de qualquer verdadeiro fotógrafo, não são completas nem conclusivas. Tampouco são fotografias perfeitas na busca de uma perfeição técnica. Trabalham não apenas como imagens, mas como linguagem, como sinais apontando para um significado…não definem, testemunham, e na variedade cultural de um universo, são uma linguagem por si só, a minha linguagem para descrever o que vejo”, explicou a artista.

            A mostra, patente ao público no MACC Baião até ao dia 31 de março, pode ser visitada de terça-feira a domingo, entre as 10h30 e as 12h30 e entre as 14h15 e as 17h00.

            As visitas, cujo bilhete tem um custo de 5 euros, decorrem por marcação para os seguintes contatos:

968 476 164

mosteiro.ancede@cm-baiao.pt

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Município de Baião